A Capoeira Escrava no Rio de Janeiro: 1808-1850

Por: Carlos Eugenio Libano Soares.

555 páginas. 1998 00/00/0000

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Resumo

Entre as mais importantes manifestações da cultura escrava no meio urbano, particularmente na cidade do Rio de Janeiro, durante o século XIX, se destaca a capoeira. Misto de folguedo lúdico e de arma de defesa, a capoeira entrou na história pela primeira vez através dos ofícios da polícia, instituição fundada nos idos da chegada da corte real portuguesa em terras brasileiras. A capoeira era uma mescla de golpes marciais e da habilidade no manejo de facas, e nos primórdios do século passado estava identificada com a população negra da cidade - principalmente escravos, mas também negros libertos e livres. Com o tempo, os grupos ou maltas formados em tomo dos chafarizes - onde boa parte dos escravos iam todos os dias para trazer água para as residências de seus senhores - passaram a dominar partes da cidade, e digladiar com outros, em ferozes batalhas. noturnas que assustavam os moradores brancos da corte. A repressão policial desencadeada sobre os capoeiras foi brutal, com castigos de chibata nos pelourinhos da cidade, mas eles não pararam de se movimentar no meio urbano, se socializando com outros grupos, numa escalada surpreendente até o final do período escolhido

Soares, Carlos Eugênio Líbano, 1962-
Orientador/a: Chalhoub, Sidney, 1957-
Banca: Karach, Mary C.Reis, João JoséSlenes, Robert Wayne A.Lara, Silvia Hunold

Endereço: http://bdtd.ibict.br/vufind/Record/CAMP_f770ccf02e506e16c0883f00524d84da

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