A Dança-improvisação e o Corpo Vivido: Re-significando a Corporeidade na Escola

Por: Larise Piccinini e .

Pensar a Prática - v.15 - n.3 - 2012

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Resumo

Com o intuito de contribuir para a inclusão da dança nas aulas de Educação Física, como possibilidade de re-significar a corporeidade de adolescentes escolares, esta pesquisa teórica buscou elementos para compreender a dança como educativa, por meio de vivências/experiências de movimento que desenvolvam a corporeidade, a expressividade e a educação estética. A problemática inicial do estudo partiu da influência midiática na formação das concepções de corpo e na (re) produção das culturas de movimento nas atividades escolares, especialmente a dança. O referencial teórico-metodológico da pesquisa se fundamentou na Fenomenologia de Merleau-Ponty, que aponta para a percepção de corpo vivido, a reflexão filosófica fundamentada na fenomenologia permite pensar e perceber (como pesquisadora) com maior sensibilidade às questões colocadas nas reflexões do estudo, especialmente porque os questionamentos pertinentes ao estudo partiram do “mundo vivido” (como educadora). As reflexões sobre a dança discutidas nesse trabalho buscam compreender um conceito de educação pela dança e sua possibilidade concreta de se educar, estabelecendo um diálogo entre corporeidade e estética. Essas reflexões percorrem as ideias de Saraiva-Kunz (2003), e Porpino (2006), ambas defendem a dança no contexto educacional como possibilidade expressiva e estética, que possibilita a materialização da sensibilidade humana.

Endereço: http://www.revistas.ufg.br/index.php/fef/article/view/15081/12070

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