A Disciplina Educação Física no Espaço/tempo da Escola

Por: Renata Guisso de Oliveira.

X EnFEFE - Encontro Fluminense de Educação Física Escolar

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Introdução

Desenvolver pesquisa que tente compreender as relações que circundam a disciplina Educação Física no contexto da escola, tem se tornado um recorrente desafio para os estudiosos que lidam, dentre outras, com a temática formação docente e currículo. Nessa pesquisa, o termo espaço/tempo foi utilizado voltado para o tempo e o espaço construídos e constituídos pelos professores no cotidiano escolar e ainda indica e afirma a necessidade de analisar os desafios da prática pedagógica na perspectiva das subjetividades, identidades e multiplicidades da escola. (VEIGA-NETO, 2001).

Buscamos desenvolver, articuladamente, uma investigação sobre o componente curricular Educação Física no espaço/tempo da escola por meio do olhar dos professores das demais disciplinas, dos alunos, pais e técnicos.

Este trabalho é parte de uma pesquisa desenvolvida pelo Grupo Práxis e se constitui de uma das sete escolas que serão estudadas. Os sujeitos da pesquisa foram escolhidos da seguinte forma: os alunos, de forma aleatória; os professores de outras disciplinas por sorteio; e os pais foram escolhidos a partir dos filhos/alunos entrevistados.

Educação física: O que pensa a diretora da escola investigada

Helena, em toda sua infância e juventude foi estimulada a praticar esportes, já que em sua família todos eram atletas. Essa experiência esportiva pode ter sido um aspecto facilitador para tomadas de decisões no papel de diretora, como aumentar a quantidade de aulas semanais de Educação Física.

Com o professor de Educação Física, ela considera ter um ótimo relacionamento e relata que esta disciplina pode vir a cumprir um importante papel social. Observa, ainda, que o professor procura fazer uma preparação anterior à iniciação esportiva nas séries iniciais, deixando esta para a quinta série do ensino fundamental em diante. Aponta também que o professor trabalha em prol da inclusão.

No que se refere à aula de Educação Física no ensino noturno, Helena relata que os alunos não gostam muito da forma como esta é trabalhada, visto que o professor apresenta-se dividido, tendo que trabalhar com jogos de salão para os alunos/as de idade mais avançada e bola com os mais novos; e ainda julga que o cansaço e desestímulo do professor são fatores que interferem no processo ensino-aprendizagem.

Quando perguntada sobre as disciplinas que considera mais importante, ela afirma que não há uma hierarquia e que todas são importantes, e quanto à participação do professor de Educação Física no cotidiano escolar ela deixa seu discurso evasivo não respondendo a questão.

Acerca da Educação Física como componente curricular, a diretora diz que acrescentando os conteúdos oferecidos pelo professor em sala de aula aos debates e vivências deste com os alunos, pode-se obter um enriquecedor conhecimento.

Com base na entrevista e análise, identificamos muitas contribuições apontadas pela diretora no que diz respeito à disciplina Educação Física, inclusive quanto à formação do ser humano para o exercício da cidadania. Entretanto, ao que parece, ainda há um desconhecimento quanto ao objeto de ensino da Educação Física quando a mesma confunde ou reduz a disciplina ao esporte.

Educação física: O que pensa a pedagoga da escola investigada

No depoimento de Virgínia percebemos o quanto sua vivência como aluna influenciou na opinião atual sobre a aula de Educação Física e o professor da escola onde atua. Ela relata que na escola pública onde estudou, a Educação Física era excelente porque dava mais ênfase aos exercícios, o que não condiz com o que ela observa hoje, onde predomina o treinamento desportivo.

No que diz respeito à sua opinião sobre as aulas de Educação Física, diz que são dois professores muito competentes, que conseguem estabelecer um diálogo com os alunos.

Sobre o professor de Educação Física e sua prática pedagógica, a pedagoga diz que este demonstra ter muitos conhecimentos, o que lhe permite ministrar aulas teóricas e práticas e cobrar dos alunos a ética e cidadania trabalhadas em aula e, diz que há interdisciplinaridade.

Com relação ao processo ensino-aprendizagem e os aspectos pertinentes ao professor que interferem nesse processo, Virgínia não demonstra sua opinião; sobre as disciplinas que considera mais significativas para a formação do aluno, ela mostra-se indecisa quando inicialmente diz que não se fixaria em uma disciplina e em seguida afirma ser a Educação Física.

A participação do professor no cotidiano escolar é criticada por Virginia, a qual alega que esta poderia ser mais ativa. Quanto aos componentes curriculares, ela os divide em dois blocos: em um, encontra-se a Educação Física e, em outro, todas as outras disciplinas.

A partir desses blocos, ela vê a Educação Física como uma das mais importantes, mas acredita que deveria haver um maior planejamento escrito desse componente curricular.

Educação física: O que pensa a professora de artes da escola investigada

Mariana estudou mais tempo em escola pública, e por um ano não participou das aulas de Educação Física pelo fato de ser "gordinha", tímida e não gostava de usar as roupas exigidas na disciplina.

Algumas questões presentes na escola, não só naquela época como hoje também, são aquelas referentes aos cuidados com o corpo.

Esta temática apresenta-se de diferentes formas nos ambientes educacionais e devem ser investigadas de forma ampla e interdisciplinar. Essas questões, presentes não apenas na educação física, mas também em outros espaços como a sala de aula, o corredor, o recreio, também podem ser discutidas pelo professor de Educação Física (SAYÃO, 2001).

Após esse ano de auto-exclusão Mariana diz ter começado a participar das aulas e demonstra um arrependimento por não ter deixado a vergonha de lado no ano anterior. Relata, também, que as aulas poderiam ter sido melhores, caso tivesse havido um lugar apropriado para a prática esportiva.

Kunz apud Moraes (1999, p. 105) relata que o esporte é tido como elemento de exclusão na Educação Física Escolar; no entanto, no caso de Mariana, o esporte atuou justamente de forma contrária, permitindo-a que conseguisse a auto-inclusão nas aulas.

Quando questionada sobre sua relação com os demais professores da escola, Mariana diz ter boa relação com todos, contudo, afirma que sempre existem diferenças. Quanto ao professor de Educação Física, em especial, inicialmente ela descreve este como uma pessoa bem dinâmica, participativa, porém, em seguida, ela se contradiz criticando-o quanto à pouca participação no cotidiano escolar.

Em sua opinião sobre as aulas de Educação Física desenvolvidas na escola, diz que o professor fica muito preso ao esporte e que poderia trabalhar outros conteúdos. Inclusive, ela relata que já tentou uma interdisciplinaridade com ele e não obteve retorno. Para a prática pedagógica do professor de Educação Física na escola, ela deixa seu discurso evasivo, dizendo que desconhece como se dá o processo ensino-aprendizagem.


Quando perguntada sobre as disciplinas que considera mais importantes para a formação integral do aluno, responde acreditar ser o ensino religioso, associado à filosofia e à sociologia. A esse conjunto, ela incrementa a disciplina de Artes, dizendo que esta engloba todas as outras.

A propósito da Educação Física como componente curricular, ela critica a disciplina (ou seria o professor?), colocando-a/o negativamente no contexto escolar, por esta/este se ater somente ao conteúdo esporte.

Educação física: O que pensa a professora de ciências da escola investigada

Enquanto aluna, Eliana estudou em escola privada e julga ter tido uma péssima relação com a Educação Física por se achar tímida, retraída, não gostava da exposição corporal exigida na disciplina e da postura muito rígida da professora.

Sua relação atual com os demais professores aparentemente é boa, mas ela reclama não haver interdisciplinaridade, apesar de já ter tentado. Ela cita que o professor de Educação Física faz um bom trabalho atuando como mediador de questões como brigas, indisciplina e ainda procura fazer um trabalho de conscientização com os alunos acerca dessas temáticas.

Sobre as aulas desenvolvidas na escola, apesar de não assistir, ela diz que a turma é bem comprometida - conclusão tirada pela empolgação dos alunos; entretanto, diz não saber como o professor domina a mesma. Salienta, ainda, que o professor tenta diversificar suas práticas, convidando pessoas diferentes para trabalhar com os alunos.

Com relação ao processo ensino-aprendizagem da Educação Física, ela considera-o relevante e diz que este facilita todo o processo das outras disciplinas. Quanto à atuação do professor nesse processo, diz que com ele o aluno se sente mais a vontade para discutir questões pessoais/emocionais.

Quanto à prioridade de disciplinas na formação do aluno, ela acredita que todas têm a sua relevância, sua contribuição e que cada professor deveria lutar pela carga horária de sua disciplina. Considera, ainda, que deveria evitar falar em ordem de prioridade.

Eliana diz que a atuação dos professores de Educação Física no cotidiano escolar é satisfatória. Ela ainda ressalta que devido ao compromisso que o professor de Educação Física tem com a escola, o início da organização das atividades extra-curriculares ficam por conta deste profissional.

Para a questão referente às conversas sobre os aspectos diversos das disciplinas, inclusive da Educação Física nos encontros que antecedem as reuniões ou no recreio, em confraternizações, ela deixa seu discurso evasivo, não respondendo à pergunta.

Educação física: O que pensam os alunos da escola investigada

Sob o ponto de vista do espaço/tempo da Educação Física nessa escola, observamos um determinado grau de hierarquização, colocado pelos alunos, entre as disciplinas, deixando a Educação Física em segundo, terceiro planos e assim por diante como pudemos observar nas entrevistas. Por esse motivo, julga-se necessário abordar a temática hierarquização da Educação Física no currículo escolar.

Algumas pesquisas comprovam que, em sua maioria, os alunos ainda dão maior importância às disciplinas socialmente valorizadas, instrumentalizadoras, de base profissional, como pôde ser observado em estudos exploratórios de mesmo cunho realizados por Silva et. al e Lovisolo, nos quais notamos que a Educação Física é vista como uma das atividades preferidas dentre todas da escola, mas não é considerada a mais importante pelos atores envolvidos.

Relatos sobre o ensino diurno

A partir da literatura que vem sendo produzida a respeito dos conteúdos aplicados nas aulas de Educação Física para as séries iniciais do Ensino Fundamental (1ª a 4ª séries), podemos concluir que o recreacionismo é uma das principais vertentes utilizadas pelos professores. Observamos, ainda, uma leve influência do esporte e uma ausência da Educação Física como componente curricular. Não foi diferente em nossa pesquisa, na qual para além das concepções recorrentes dos alunos que indicam os fatos acima citados, identificamos outras que dizem respeito à concepção de Educação Física ligada ao corpo.

Já para as séries finais do Ensino Fundamental (5ª a 8ª séries), observa-se tanto na literatura quanto na pesquisa, a predominância do conteúdo esporte nas aulas de Educação Física. Nas produções investigadas, observamos que "As trajetórias relacionadas com a vida escolar nas séries finais do ensino fundamental, indicam a predominância da prática esportiva como conteúdo principal [...]" (FIGUEIREDO, 2004, p. 93).

No aspecto referente ao planejamento das aulas, surgem algumas dúvidas: Por que a escolha somente dessas temáticas para as aulas? Como a formação inicial tem interferido nesse processo? E a formação continuada, não tem ajudado esses professores na busca de novos horizontes?

Relatos sobre o ensino noturno

Observa-se que no ensino noturno há, por parte dos alunos, uma tendência em associar o aprender a conhecimentos úteis, ou seja, conhecimentos que para eles sirvam no dia-a-dia. Nesse aspecto, a Educação Física é conseqüência do olhar do aluno quanto a pouca utilidade para sua formação, porque ela não ensina a ler e escrever que é um dos objetivos desse aluno do ensino noturno (SAITER, 2005).

Carneiro (2005, p. 2084) ressalta que "[...] o turno da noite, a exemplo dos tempos que datam a sua origem continua sendo alvo de desprestígio e desatenção por parte dos que com ele interagem, apesar de ser uma necessidade concreta daqueles que possuem somente esta opção de escolarização". Por isso, ela cita Carvalho (1994) que chama a atenção para o fato de que "[...] o estudo à noite parece representar um prolongamento da jornada de trabalho; pois muitos destes alunos, após trabalharem o equivalente há oito horas diárias, deslocam-se sem tempo para descanso rumo às escolas [...]". Com isso, percebemos, a partir dessa pesquisa, que não são todos os alunos que participam das aulas de Educação Física.

Devemos ressaltar que a maior adesão às aulas acontece por parte dos alunos mais novos, e que estes têm uma participação considerável nas aulas. Analisando as entrevistas, nota-se que a base do planejamento do professor incidiu em torno dos esportes coletivos. Concluindo, notamos que talvez seja necessário um maior planejamento das aulas, com conteúdos diversificados e que envolvessem a todos, não se apegando àquela visão do provável gasto de energia no dia de trabalho.

Educação física: O que pensam os pais/responsáveis dos alunos da escola investigada

Observamos que as experiências vivenciadas com a Educação Física na fase escolar por parte dos pais/responsáveis se restringem às práticas esportivas e, quando muito, a algumas outras brincadeiras como queimada.

Talvez seja este o motivo que quando perguntados sobre os conteúdos das aulas dos filhos, a maioria afirma/imagina ser o esporte, salvo algumas exceções que dizem não saber o conteúdo estudado ou acreditam que há utilização de outros recursos para além do esporte. Para a pergunta sobre o que eles gostariam que o filho fizesse nas aulas de Educação Física, o esporte mais uma vez é recorrente.
Quando indagados sobre quais disciplinas acham mais importantes, demonstram a mesma visão de escola apresentada pelos alunos do noturno, que é a de adquirir "conhecimentos úteis" ao dia-a-dia, respondendo que têm utilidade o Português e a Matemática. Essa mesma visão dos pais é apresentada em um estudo realizado por Zago (2000, p.24) em

Uma análise do significado que eles atribuem à escolarização de seus filhos revela que a valorização da instrução se alicerça ao menos sobre dois pilares: o que corresponde a uma lógica prática ou instrumental da escola (domínio dos saberes fundamentais e integração ao mercado de trabalho) e outro, voltado para a escola como um espaço de socialização [...].

A maioria dos pais apresenta um desconhecimento quanto à escola e, principalmente, quanto às aulas de Educação Física dos seus filhos. Esta constatação deve-se ao fato desses responsáveis não saberem o que os filhos estudam e nem mesmo conhecerem o professor de Educação Física que leciona para os mesmos.

Conclusão

Buscamos desenvolver neste trabalho uma investigação sobre a disciplina Educação Física no espaço/tempo de uma escola, procurando identificar, analisar e compreender as diferentes visões apresentadas por professores de outras áreas de conhecimento no contexto escolar, a concepção dos alunos do ensino fundamental e de seus pais e a visão dos técnicos como pedagogos, funcionários da escola, gestores, etc. Esses sujeitos favoreceram a obtenção de informações em situações diversas no que se refere às subjetividades, identidades e multiplicidades da disciplina Educação Física.

A análise dos resultados obtidos pelas entrevistas foi realizada com base no referencial estudado, bem como na análise interpretativa.

Como resultados, conseguimos identificar que: a professora de Artes denuncia que o principal problema das aulas de Educação Física nessa escola é a questão do esporte, já que para ela este parece ser o único conteúdo trabalhado em aula. A professora de Ciências, não aponta críticas à Educação Física e ao professor desta disciplina, classificando-a como uma boa aula, mas também afirma não saber como o professor domina a mesma.

Sob o ponto de vista dos alunos, notamos que há diferenças nos conteúdos trabalhados, sendo que para as séries iniciais (1ª a 4ª) predomina o recreacionismo e nas séries finais (5ª a 8ª) do ensino fundamental diurno, mais uma vez o esporte se faz presente como conteúdo principal. No ensino noturno, o conteúdo das aulas de Educação Física não parece muito definido devido à variabilidade de idades. De acordo com os relatos, parece-nos que o professor separa a turma em dois grupos, trabalhando com esportes para os mais novos e jogos de salão com os de idade mais avançada. Observamos, ainda, que este grupo de alunos não vê utilidade na Educação Física, visto que para eles o aprender está associado a conhecimentos "úteis", que sirvam no dia-a-dia.

A visão dos pais/responsáveis entrevistados denuncia que as experiências vividas com a Educação Física na fase escolar se restringiram às práticas esportivas e pode ser por isso que a maioria deles responde que o conteúdo das aulas de Educação Física dos seus filhos é o esporte. Advertimos, também, para um desconhecimento por parte dos pais quanto à realidade escolar dos seus filhos.

De acordo com a pedagoga, o treinamento desportivo é a prática predominante nas aulas de Educação Física dessa escola e, para ela, o professor desta disciplina é muito competente porque domina o conteúdo e consegue estabelecer um diálogo com os alunos. Já a diretora, em todo o seu discurso, confunde ou reduz a disciplina ao esporte, apesar de apontar a contribuição dessa disciplina também para a formação do ser humano e para o exercício da cidadania.

Podemos concluir, a partir dessa primeira fase da pesquisa, que vários são os "problemas" apresentados pelos atores envolvidos. O maior deles, aparentemente, é a institucionalização do esporte na escola e/ou a própria forma como a escola se organiza.

Acreditamos, então, que entender e trabalhar a Educação Física de forma diferenciada e inovadora visando uma formação que possibilite autonomia frente ao mundo da cultura corporal deve ser a busca constante dos profissionais da área.

Obs. A autora, acadêmica Renata Guisso de Oliveira (renataguisso@yahoo.com.br) foi orientada pela prof. Dr. Zenólia Christina Campos Figueiredo, ambas da Universidade Federal do Espirito Santo

Referências

  • Carneiro, E. de B. Confrontos e perspectivas da educação física escolar no ensino noturno. In: Congresso Brasileiro  de Ciências do Esporte, 14., 2005, Porto Alegre. Anais... Porto Alegre: Colégio Brasileiro de Ciências do Esporte, 2005. 1 cd-rom, GT escola.
  • Figueredo, Z.C.C. Experiências sociais no processo de formação docente em educação física. 2004. Tese (Doutorado em Educação) - Programa de Pós-Graduação em Educação, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2004.
  • Lovisolo, H. Educação e educação física em escolas do Rio de Janeiro. In Educação Física: a arte da mediação. Sprint, 1995. cap. 2, p.41-79
  • Moraes, A.C. Esporte em amostra grátis: um pequeno quadro de representação de esporte dentro da escola.In: Congresso Brasileiro de Ciências do Esporte, 11., 1999, Florianópolis. Anais... Florianópolis: Colégio Brasileiro de Ciências do Esporte, 1999. v. 21, caderno 2, p. 144-150.
  • Saiter, A.L. A visão do professor de educação física sobre o ensino noturno nas escolas da Prefeitura Municipal de Vitória. 2005. Monografia (Licenciatura Plena em Educação Física) - Centro de Educação Física e Desportos, Universidade Federal do Espírito Santo,Vitória. 2005.
  • Sayão, D.T.; Vaz, A.F.; Pinto, F.M. A prática de ensino e a infância na formação de professores/as de educação física. In: Congresso Brasileiro de Ciências do Esporte, 12., 2001, Caxambu: Anais... Caxambu: Colégio Brasileiro de Ciências do Esporte, 2001, 1 CD-ROM, GT Formação profissional.
  • Silva, O. G. T. da. et al Perfil de preferências culturais e desportivas dos alunos do Colégio Pedro II - Rio de Janeiro. Artus - Rev. Ed. Fís. Desp., v.17, n. 1, p. 45-59, 1996.
  • Veiga-Neto, A. Currículo espaço e subjetividade: a arquitetura como programa. 2ª edição - RJ: Editora DP&A, 2001.
  • Zago, N. Processos de escolarização nos meios populares: As contradições da obrigatoriedade escolar. In: Nogueira, M. A.; Romaneli, G.; Zago, N. (Org). Família & Escola: Trajetórias de escolarização em camadas médias e populares. Petrópolis: Vozes, 2003. p. 24.

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