A Estimulação e o Desenvolvimento da Consciência Corporal em Portadores da Síndrome de Down e Paralisia Cerebral, Uma Intervenção da Educação Motora

Por: e C. Simões.

VI Congresso de Educação Física e Ciências do Desporto dos Países de Língua Portuguesa

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Resumo

Interagimos durante o ano, em períodos determinados, com um grupo de Paralisados Cerebrais (PC) e com um grupo de portadores da Síndrome de Down (SD), desenvolvendo um programa de Educação Motora visando ao aprimoramento das habilidades naturais das crianças de 6 a 10 anos, bem como à formação da Consciência Corporal. Por que através da Educação Motora? Porque a Educação Física acaba esquecendo, como diz Manuel Sérgio (1995, in: De Marco), sua inteligibilidade; apesar disso a Educação Motora propicia o desenvolvimento global do ser humano, permitindo que este possa se expressar em sentimentos, em pensamentos, sendo um corpo completo, não apenas biomecânico. Comparando os dois grupos, podemos inferir que os Paralisados Cerebrais apresentaram os níveis de QI mais preservados, chegando um PC severo a alcançar 50 de QI, enquanto uma criança com Síndrome de Down severo alcançaria 25 de QI ou abaixo disso; no entanto, motoramente falando, os portadores da Síndrome de Down são totalmente independentes, ao contrário dos Paralisados Cerebrais, pois os desse grupo são totalmente dependentes. O mesmo conteúdo foi aplicado aos dois grupos respeitando suas individualidades e peculiaridades e, quando necessário, houve adaptação para que todos o fizessem. Por exemplo: os portadores da Síndrome de Down andaram sobre linha sozinhos e com total independência, ao contrário dos Paralisados Cerebrais, que fizeram com auxílio, pois são dependentes de cadeira de rodas.

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