A Geopolítica do Futebol em Transformação: o Caso Chinês

Por: Carlos Rodrigues e Emanuel Leite Jr..

FuLia - v.3 - n.2 - 2018

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Resumo

A China só esteve em uma Copa do Mundo de futebol masculino. Foi em 2002 e sua seleção perdeu os três jogos que disputou. Na 75ª posição no ranking da FIFA (junho 2018), a seleção chinesa não se classificou para a Copa do Mundo 2018. As autoridades chinesas, entretanto, querem mudar essa realidade. Para isso, em 2016 foi lançado o “Plano de desenvolvimento do futebol a médio e longo prazo (2016-2050)”. Dentre os objetivos, está o de sediar uma Copa. A meta final é ainda mais ambiciosa: fazer da China uma potência mundial. Para tal, o governo conta com o apoio da iniciativa privada. E desde o lançamento do ‘Plano’, os investimentos de empresas chinesas no futebol aumentaram significativamente, assim como na Copa da Rússia, em que marcas chinesas representaram 37% dos patrocinadores da competição. Este artigo objetiva analisar de que forma o ‘Plano’, como instrumento de Soft Power chinês, tem contribuído para mudar a geopolítica do futebol.

Referências

ALMEIDA, Bárbara Shaustek De; MARCHI JÚNIOR, Wanderley; PIKE, Elizabeth. The 2016 Olympic and Paralympic Games and Brazil’s Soft Power. Contemporary Social Science, v. 9, n. 2, p. 271-283, 2013.

BRANNAGAN, Paul Michael; GIULIANOTTI, Richard. Soft Power and Soft Disempowerment--

Endereço: http://www.periodicos.letras.ufmg.br/index.php/fulia/article/view/14052

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