A Identidade do Jogador de Pólo Aquático e o Mito da Masculinidade

Por: Silvio de Cassio Castro Telles.

120 páginas. 2002

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Resumo

Este trabalho investiga por que, apesar de não haver conseguido um lugar de destaque entre os esportes mais populares em nosso país, o Pólo Aquático aqui se institucionalizou e, com poucos incentivos e participantes, vem atuando regularmente por uma centena de anos. Quais foram os mecanismos que possibilitaram aos seus praticantes construir uma identidade, estabelecer um elo entre gerações e manter vivo esse esporte durante tanto tempo? Acompanhando a evolução do Pólo Aquático no Brasil e entrevistando jogadores, ex-jogadores, técnicos e dirigentes, pôde-se detectar que ser forte, ser másculo, ser "homem", foram as características que permitiram a este grupo construir sua identidade e atingir aqueles objetivos. Isso nos permitiu interferir que existe uma intrínseca relação entre estes atributos físicos que se espera que os jogadores de Pólo Aquático possuam e os atributos que compõem o mito da masculinidade. Os estudos de Sócrates Nolasco forneceram o suporte teórico necessário para a apresentação da figura de Aladar Szabo, lembrado pela unanimidade de nossos entrevistados, como uma encarnação do mito da masculinidade e, sob a perspectiva de Joseph Campbell, como um herói do Pólo Aquático brasileiro.

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