A Importância da Utilização do Acelerômetro na Análise do Controle Motor no Desempenho do Chute Funcional em Jogadores de Futebol de Campo

Por: Marcelo Guimarães Silva.

XVIII Congresso Brasileiro de Ciências do Esporte e V Conice - CONBRACE

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Resumo

A Biomecânica é considerada um ramo da engenharia biomédica, sendo um campo interdisciplinar no qual os princípios e métodos da engenharia das ciências básicas e da tecnologia são aplicados para projetar, testar e fabricar equipamentos para uso em medicina, a fim de entender, definir e resolver problemas em fisiologia e biologia. (NORDIN e FRANKEL, 2003, p.12). 
A acelerometria oferece uma maneira prática e de baixo custo para o estudo do movimento em seres vivos; os acelerômetros estão se tornando amplamente aceitos como ferramenta fundamental para avaliação biomecânica do movimento, tanto em laboratório quanto em ambiente de prática real do evento analisado. De acordo com Schutz et al. (2001, p. 39) acelerômetros são dispositivos que quantificam a intensidade da aceleração aplicada ao longo de um eixo sensível, podendo ser usados para medir a taxa e a intensidade dos movimentos do corpo. 
Acelerômetros têm sido empregados nas mais variadas situações; entre elas, na análise da marcha e ainda há diversos estudos sobre os padrões do sinal da aceleração para estimativa do gasto energético, na avaliação postural, em monitores de atividade física, na identificação e classificação de movimentos esportivos e do cotidiano (MATHIE et al. 2004, p. 46). 
O presente estudo é resultado de pesquisa científica e trata da análise do chute funcional por meio de instrumentação biomecânica através da análise do comportamento dinâmico da aceleração tibial, utilizando parâmetros cinemáticos, tais como: filmagem bidimensional do movimento e cinéticos, tais como: acelerometria.
Espera-se com o estudo, detectar algumas falhas existentes nas categorias de base e também das equipes de alto nível, fornecendo ferramentas importantes para o aprimoramento do desempenho motor, através do controle da velocidade de aproximação do pé à bola; e desta maneira monitorar o comportamento da aceleração e desaceleração tibial nas fases do chute funcional com o dorso do pé. 

Endereço: http://cbce.tempsite.ws/congressos/index.php/conbrace2013/5conice/paper/view/5364

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