A Influęncia da Auto-eficácia e da Ansiedade em Jogadores de Futebol

Por: Marco Antônio Cabral Ferreira.

103 páginas. 2008 28/03/2008

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Resumo

Para o profissional que trabalha com o futebol a psicologia do esporte é de fundamental importância para o contexto esportivo atual, na preparação e formação de atletas de alto nível. O presente estudo teve como objetivo estudar a associação da auto-eficácia e ansiedade no desempenho em desportistas na modalidade futebol. Diversos fatores podem estar relacionados ao desempenho do atleta de alto rendimento, sendo a autoeficácia e a ansiedade alguns destes. Este estudo de design comparativo causal. A amostra foi constituída de 218 atletas de futebol integrantes de equipes da primeira divisão do estado do Paraná. No estudo foram empregados os seguintes instrumentos: questionário geral de identificação (QGI), questionário de ansiedade competitiva (CSAI-2) e o questionário de auto-eficácia no futebol. Através da análise de regressão aplicada para verificar a magnitude de influencia que a variáveis independentes (ansiedade cognitiva, ansiedade somática, autoconfiança e auto-eficácia) tem com a variável dependente (desempenho técnico). Apresentaram significância somente entre as variáveis autoconfiança e desempenho técnico, β = .140; p< .05 e entre as variáreis auto eficácia e desempenho técnico, β = -.141; p< 0.05. As variáveis foram relacionadas com correlação de Pearson com a escala de cada variável a um nível de significância de p < 0,05. De acordo com os resultados deste estudo, concluiu-se que a auto-eficácia apresentou correlação significativa de força baixa e sentido negativo com a ansiedade pré-competitiva, com os valores de r = - 0,190 e r = - 0,171 com a ansiedade cognitiva e somática respectivamente. Na relação com o desempenho, os valores foram significativos, porém com correlação fraca de sentido negativo. A manova desenvolvida para comparar os efeitos da variável independente (condição titular e reserva) sobre as varáveis dependentes (ansiedade somática, ansiedade cognitiva, autoconfiança e auto-eficácia) mostrou não haver diferença significativa ao nível de p< 0,05, tabela. Sugerem-se novos estudos com diferentes populações procurando envolver outras variáveis psicológicas, fisiológicas e de desempenho. 

Endereço: http://hdl.handle.net/1884/15325

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