A Influência da Musculação e da Hidroginástica na Densidade Mineral óssea

Por: Sandor Balsamo.

78 páginas. 2002

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Resumo

O objetivo deste estudo foi verificar, comparativamente, a densidade mineral óssea (DMO) em mulheres praticantes de musculação, mulheres praticantes de hidroginástica e mulheres sedentárias, sendo as participantes de musculação e de hidroginástica com, no mínimo, um ano de treinamento. Fizeram parte da amostra 63 mulheres, sendo 15 praticantes de musculação, com média de idade de 51,4 ± 2,7 anos, 22 praticantes de hidroginástica, com média de idade de 54,5 ± 3,3 anos, e 26 sedentárias, com média de idade de 52,0 ± 3,3. Todas as participantes da pesquisa estavam na pós-menopausa e fazendo reposição hormonal (TRH) há, no mínimo, um ano. A densitometria óssea foi feita por um aparelho da marca lunar, modelo DPX-IQ. Foi obtida a DMO da coluna lombar (L2-L4), fêmur (colo do fêmur e quadril total) e antebraço (rádio ultra-distal, rádio 33% e rádio total). Para a análise dos dados foi utilizada, como tratamento estatístico, a análise de variância (one-way ANOVA) para amostras independentes. Nas praticantes de musculação em relação às sedentárias os valores da DMO em L2-L4, colo do fêmur, quadril total e rádio ultra-distal foram significativamente mais elevados. Nas praticantes de hidroginástica comparadas com as sedentárias, a DMO foi mais elevada (p

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