A Inserção da Ginástica Rítmica no âmbito da Educação Física em Juiz de Fora

Por: Adriana Leite de Sousa Ladeira.

XI Congresso de Educação Física e Ciências do Desporto dos Países de Língua Portuguesa

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Resumo

A Ginástica Rítmica é uma modalidade da ginástica especificamente
feminina, enquanto desporto, e pouco conhecida popularmente. Nós
alunos do curso de Educação Física da UFJF que temos a GR no currículo
para ambos os sexos, investigamos e procuramos respostas para algumas
inquietações: como inserir a GR nas aulas de Educação Física em todas as
fases do desenvolvimento cognitivo, motor e psico-social das crianças?
Sabemos que as ginásticas são conteúdos ricos no trabalho escolar. Mesmo
assim, constatamos que a modalidade existe muito precariamente nas
escolas. Dois são os motivos básicos: o primeiro esta ligado ao "pré-
conceito"da participação masculina nas aulas, e o segundo à falta de
conhecimento aprofundado dos docentes relativo aos movimentos básicos
da GR. Diante dessas reflexões percebemos a importância da realização
deste trabalho. Assim estabelecemos os seguintes objetivos: verificar se a
GR possibilita melhor desenvolvimento cognitivo, motor e também da
percepção cinestésica principalmente em crianças de pré-escola; confirmar
que os movimentos básicos da GR são oriundos dos movimentos naturais;
desenvolver na criança a cultura de que meninos e meninas podem participar
de uma aula de GR desmistificando o preconceito da prática; verificar a
aplicabilidade da prática do desporto em aulas de Educação Física. A prática
desse estudo realizou-se na cidade de Juiz de Fora-MG: Esc. Municipal.
Prof. Irineu Guimarães, com crianças de 4 e 5 anos, Escola Cenecista
Modelo Monteiro Lobato, com crianças de 6 e 7 anos e Instituto Metodista
Granbery com adolescentes de 13 e 14 anos. Utilizamos como métodos
observações, análises e intervenções práticas. Concluímos que as atividades
da GR contribuem de maneira significativa para com o desenvolvimento
das habilidades motoras básicas, cognitivas, afetivas, sociais, bem como a
percepção cinestésica, principalmente no ensino infantil. Obtivemos a
participação de todos, do sexo masculinos nas aulas de educação física, em
todos os locais que atuamos e com muito interesse nas execuções dos
movimentos. Realmente por ser os movimentos da GR originários dos
movimentos naturais, é que vimos...

Endereço: http://citrus.uspnet.usp.br/eef/uploads/arquivo/71_Anais_349.pdf

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