A Política do Covarde e a Educação Física no 2º Segmento do Ensino Fundamental: Uma Reflexão Crítica

Por: Igor Alves de Melo.

XI EnFEFE - Encontro Fluminense de Educação Física Escolar

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A política do covarde da qual nos referimos é a política neoliberal que possui como uma de suas características, a desconsideração do fato de que numa sociedade de classes, os indivíduos nascem iguais, porém em condições desiguais. Ao longo da história da educação brasileira, a escola vem cumprindo um papel de reprodutora de desigualdades sociais, mantendo a dominação das classes dominantes desde a colonização. Na década de 1980, após a Ditadura Militar esgotar seu ciclo, a democracia se instala de forma incompleta, "sustentando um regime representativo falsificado pela ausência de partidos políticos conseqüentes" (SANTOS, 2006, p. 137), e desta maneira, a classe média passa a se ver espelhada nos partidos regentes. No Brasil, o neoliberalismo estréia efetivamente com o governo Collor (1991-1992), continua com Itamar Franco (1992-1995), tem seu auge com Fernando Henrique Cardoso (1995-2003), e perdura até hoje com o governo Lula. A educação afunila-se cada vez mais, sustentando uma elite provinda da burguesia, que através de um círculo vicioso, detêm o poder e assim, vem decidindo o futuro da nação. Mas então, como a Educação Física escolar (2º segmento do Ensino Fundamental) é realizada neste contexto de políticas neoliberais no âmbito do sistema educacional brasileiro? Quais são os interesses da escola neste campo do saber? Enfim, quais são as possibilidades de manipulações por políticas neoliberais frente à Educação Física escolar? Tem-se como objetivo, neste artigo, refletir sobre tais questões. Pretende-se argumentar criticamente uma práxis da Educação Física escolar, onde as injustiças sociais sejam refletidas e debatidas objetivando atingir um grau de consciência libertária nos educandos a partir da questão do neoliberalismo. Com o propósito de assegurar a consecução desse objetivo utilizou-se a estratégia metodológica de uma pesquisa bibliográfica acerca de temas pertinentes ao mesmo. No primeiro momento serão feitas considerações iniciais acerca da relação neoliberalismo e Educação Física escolar. A seguir, serão questionados os princípios que regem a Educação Física escolar neste contexto. Logo em seguida, serão feitas reflexões com base na idéia de uma Educação Física escolar plural e inclusiva, a fim de se pensar numa outra realidade.

NEOLIBERALISMO, EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR E CIDADANIA

A razão do termo "política do covarde", como já comentamos, deve-se ao princípio neoliberal de que algumas pessoas devem nascer para terem mais do que outras. Este é o "’darwinismo social’" (SILVA JR., 2002) que determina desde o nascimento quem será o doutor e o faxineiro, quem será pré-destinado ao sucesso ou ao fracasso, quem será a caça e o caçador. Esta filosofia prega simbolicamente o princípio da antropofagia, uma vez que se estabelece o extermínio de um ser da raça humana por outro ser da mesma raça considerado superior. Enquanto a classe dominante nasce em condição privilegiada e usufrui todos os bens do capital, o proletariado nasce em condição subalterna, dependente do trabalho escravo para sobreviver. Ainda como se não bastasse, para sustentar a perpetuação desta dominação covarde, é difundida a idéia de que a "força de vontade" é a mola propulsora para todas as conquistas de ordem socioeconômica, independentemente da realidade vivida pelos sujeitos, ou seja, "Para o capitalista é essencial que o faminto seja culpado de sua própria fome" (MEDAWAR, 1984, p. 100). Um dos principais lemas desta ideologia é: "cada um por si e Deus por todos".

Segundo Milton Santos (op. cit., p. 35), "Tirania do dinheiro e tirania da informação são os pilares da produção da história atual do capitalismo globalizado. Sem o controle dos espíritos seria impossível a regulação das finanças". O atual sistema ideológico caracteriza-se como uma "informação manipulada que, em lugar de esclarecer, confunde" (ibid, p. 39), isto é, há uma coisificação ideológica, "sobretudo porque a ideologia se insere nos objetos e apresenta-se como coisa" (ibid). Neste bojo, a unidade técnica constitui-se como fator de concentração de capital e poder, onde um pequeno número de atores globais se beneficia. Quando se comenta em pontos positivos da globalização, na verdade se comenta em benefícios e privilégios que as camadas representadas pela classe média em diante desfrutam da tecnologia, afinal, o neoliberalismo só é "ruim" para quem não tem dinheiro.

Nas condições deste globalitarismo (termo significativo cunhado por Milton Santos) "instalam-se a competitividade, o salve-se-quem-puder, a volta ao canibalismo, a supressão da solidariedade, acumulando dificuldades para um convívio social saudável e para o exercício da democracia" (SANTOS, op. cit., p. 54). Uma educação negligente, que compactua com o neoliberalismo, irá cada vez mais afirmar e reproduzir o modelo competitivista que há nas empresas, como desrespeitar o próximo para vencer, excluir os menos habilidosos, julgar o próximo pela aparência física, agir com despudor, desonestidade, indiferença, preconceito, enfim, com imoralidade. A educação, nesta perspectiva segue a lógica simbólica da simples luta pela sobrevivência entre as diferentes espécies do reino animal onde os mais fracos morrem para os mais fortes sobreviverem e assim, é hipervalorizada "[...] a competência e a proposição de competitividade como um ideal educacional [...]" (SILVA JR., op. cit., p. 77).

No contexto neoliberal a educação passa a ser concebida como um bem material; passamos a ter não mais alunos, e sim clientes ou meros consumidores; não temos mais educadores, e sim funcionários instrutores ou executivos emergentes. Quer dizer, o que temos na verdade é a escola-empresa, o dono e similares como micro ou macroempresário, o professor como um empregado comum e o aluno-cliente ou aluno-consumidor.

A escola sob este prisma, não está preocupada em formar cidadãos críticos e sim bons consumidores e empreendedores do capital financeiro. A famosa referência popular feita a muitas instituições de ensino privadas é bastante condizente à realidade: "em escola ou universidade privada, pagou, passou!". O motivo pelo qual hoje se estuda está mais para a necessidade de sobreviver no mercado de trabalho ou de ganhar dinheiro gananciosamente. Na trajetória escolar "regular", quando chega o momento da vida em que um jovem é levado a escolher uma profissão, como por exemplo, nos exames vestibulares, e em tantos outros concursos, muitos são os casos em que este jovem é induzido a escolher uma profissão pelo critério quase absoluto do alto salário, enquanto a vocação, a relevância social, e outros quesitos relacionados ao "trabalho humanizado" ficam em segundo plano. Economistas afirmam que hoje, o melhor investimento econômico que se possa fazer é na educação. Logicamente, o cidadão mais qualificado estará mais apto a competir e lucrar no mercado de trabalho, e uma renda boa ou não, dependerá muito desta qualificação.

A indústria cultural e, particularmente a mídia como sua principal integrante, apresenta-se como aliada do processo de globalização tanto na difusão de sua ideologia, quanto na produção econômica. Na educação danificada (ADORNO, 1995), a indústria cultural apresenta-se como sua aliada tal como na globalização, pois ela é apenas uma reprodução deste sistema que já contêm em si a lógica da semiformação (ibid). A produção de consciências reificadas, neste sentido, é em parte construída pela escola no que se refere a uma moralidade pautada na submissão. Nesta correlação entre neoliberalismo e indústria cultural existe um conjunto de mitos que são oferecidos à população sob a égide do capital financeiro. Paulo Freire (2005) aponta a existência destes mitos que mantêm o status quo, resultado da sobreposição dos opressores contra os oprimidos. Estes mitos, "cuja introjeção pelas massas populares oprimidas é básica para a sua conquista, são elevados a elas pela propaganda bem organizada, pelos slogans, cujos veículos são sempre os chamados ‘meios de comunicação com as massas’" (p. 160).

A escola como formadora da mão-de-obra para o mercado de trabalho que sustenta a burguesia, estará mais preocupada em formar indivíduos que sejam "profissionais competentes" do que cidadãos conscientemente críticos. "A educação é oferecida, atualmente, como uma mercadoria e a escola tornou-se, na verdade, mais uma empresa à qual se paga pela obtenção de um serviço" (SANTOS e ANDRIOLI, 2005, p. 4). É a manutenção da qualidade total na educação, "onde os investimentos e benefícios são projetados e calculados da mesma forma como se procede em uma empresa" (ibid). Para Assmann (1994), a Pedagogia da Qualidade, como um tipo de proposta pedagógica, possui o cliente e o trabalhador eficiente como referência antropológica central. "Houve, portanto, um recorte da população-alvo: interessam apenas os que tem condições de ser clientes" (p. 52). Para amaciar este impacto de crueldade, é utilizada uma "abundante produção de linguagens acerca do ‘bem-estar dos cidadãos’ e a ‘qualidade de vida dos cidadãos’" (ibid). É necessário entender, por outro lado, como funciona tão bem "a ritualização quase-religiosa da busca da eficiência e da produtividade competitiva, no contexto de uma paranóia de ‘crescimento econômico’, que há muito extrojetou a referência-ser-humano do interior de sua lógica" (ibid, p. 52-53). Isto ocorre através de um discurso que prossegue convertendo os indivíduos pela idéia de que eles serão recompensados como um trabalhador competente e por conseqüência, como um bom consumidor.

EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR: ORDEM E PROGRESSO?

O título da bandeira brasileira é bastante irônico pela nossa própria história de dominação e "falsa independência", inclusive na educação, mais especificamente, no descompromisso dos atores que compõem a escola com o poder educativo e emancipador da Educação Física, até mesmo dos próprios Professores de Educação Física.

É senso comum e ao mesmo tempo um paradoxo a idéia de que os problemas sociais não dizem respeito à sociedade. A camuflagem das mazelas sociais se faz através de manipulações discretas que põem os indivíduos em posição apática perante os fatos. Esta é uma grande fatalidade que transcorre à escola. Os descompromissados com a educação questionam: como a escola irá resolver os problemas sociais quando nem mesmo a sociedade os resolve?

Como já vimos, a educação fica encarregada de selecionar os indivíduos de acordo com a divisão social do trabalho, depositando maior valor em disciplinas como "matemática e ciências naturais, devido à competitividade tecnológica mundial que tende a privilegiar tais disciplinas" (SANTOS e ANDRIOLI, op. cit., p. 5). As disciplinas hipervalorizadas são aquelas de cunho eminentemente técnico que preparam o aluno para o mercado de trabalho, uma vez que "a racionalidade técnica hoje é a racionalidade da própria dominação, é o caráter repressivo da sociedade que se auto-aliena" (ADORNO, 2002, p. 9). Ao que se subentende, restaram a Educação Física escolar a formação ou descoberta de atletas, ou um mero espaço para o entretenimento. A questão para os neoliberais é: para quê servirá o ensino da Educação Física? Ou, como fazer desta um meio de integração do aluno no atual mundo globalizado?

Dessa forma, a Educação Física é marginalizada e considerada apenas como um apêndice curricular. A resistência contra as políticas educacionais neoliberais vigentes encontra na Educação Física um potencial crítico munido de oportunidades para reflexões através da cultura; é quando os educandos podem ter a oportunidade de refletir sobre as questões sociais, inclusive com as que são ensinadas na própria escola através de outras disciplinas, pondo em prática o princípio da interdisciplinaridade. Urge então a necessidade de um projeto político-pedagógico onde a Educação Física possa contextualizar seus ideais democráticos e emancipadores (COLETIVO DE AUTORES, 1992). Neste sentido, Mc Laren e Farahmandpur (2002), propõem uma pedagogia revolucionária, que "deve tornar-se um escândalo da imaginação política, um conjunto de práticas discursivas e materiais designadas para transformar a letargia das massas em ativismo político contra as práticas coorporativas e neoliberais da classe dominante" (p. 108).

Uma outra realidade é possível, quando fazermos da Educação Física um forte movimento de resistência dentro da escola. Numa época em que a pré-ocupação com os exames vestibulares e similares ocupa de forma repressora o cotidiano escolar, uma disciplina como a Educação Física, dentro destas circunstâncias, justamente por ser mais "isenta" desta preocupação, pode disponibilizar condições favoráveis a uma educação verdadeiramente cidadã.

Por uma Educação Física Escolar Plural e Inclusiva

Vislumbraremos agora, perspectivas para uma Educação Física escolar plural e inclusiva, denunciando contradições e subsidiando possíveis saídas.

Hoje é comum falarmos que a Educação Física é a educação global do ser humano, no entanto, será que os educadores têm mesmo esta consciência holística?

A visão holística do Ser Humano é uma condição inalienável ao ato pedagógico (BRITO, 1996). Todos os ideais não adiantam quando não se possui em si uma paz espiritual. Não podemos acreditar num educador que não usufrui bem de seu lazer, que vive estressado. Ora, se esta pessoa não educou a si próprio, como poderá educar alguém? Ninguém consegue revolucionar nada sem antes revolucionar a si mesmo.

Note que a inteireza corporal (consciência plena) é um fator primordial para que se tenha presença naquilo que se faça, neste caso especificamente, para educar. Não podemos acreditar num educador estressado e ganancioso por dinheiro, que trabalha em quantidade e não em qualidade, tudo para ostentar seus bens materiais, sabendo que é imunizado pela Justiça por este ato ser uma corrupção lícita (acumulação de capital financeiro). Convenhamos, a atual sociedade capitalista globalizada é uma grande destruidora de princípios humanos.

A cultura, sob esta lógica, entra por meio de cotas na educação. São os jargões culturais: culturas incluídas no contexto escolar, mas que são corrompidas, uma vez que, quando esta não é realmente desejada e é apresentada apenas por motivos formais, a proposta não é bem compreendida e aceita pelos educandos, principalmente pelo fato de serem apresentações e produções estereotipadas. Quais manifestações culturais nos foram apresentadas na escola? As velhas ladainhas de sempre, não é mesmo? Esta hipocrisia compreende-se em oferecer o "chamariz" (cultura) para a "clientela" (educandos) e continuar difundindo uma imbecilização cívica e folclórica entendida como algo normal.

Nas aulas de Educação Física escolar, corremos o risco da extinção cultural e esta pode se dar através da progressiva evasão das diversas culturas produzidas pelo Ser Humano ao longo de sua história. Isto pode acontecer a partir da tendência à rejeição no ambiente escolar daquilo que não está de acordo com o padrão da "semicultura" (ADORNO & HORKHEIMER, 1985). Para isto, a mediação é fundamental para criticar e refletir a cultura que nos é apresentada através meios de comunicação de massa, com o fim de tornar esta semicultura pensável para o educando.

Como essa problemática exige uma ação que desvende os olhos das vítimas deste jogo de azar, o educador acaba assumindo, queira sim queira não, grande responsabilidade em exercer esta conscientização. Sendo assim, podemos detectar na escola, crimes provenientes de negligências que se tornam mais graves por serem cometidos num contexto educacional: são os crimes pedagógico culposo e doloso. O crime pedagógico culposo se refere às atitudes que o educador toma inconscientemente de estar fazendo algum tipo de mal para seus educandos. É o caso daquele educador que, por exemplo, compactua com a semicultura difundida pela indústria cultural, que se mostra passivo frente à estrutura social capitalista. O crime pedagógico doloso é aquele cometido pelo educador conscientemente, por exemplo, no caso do (des) educador que "rola a bola" (descompromisso do Professor de Educação Física ao ministrar suas aulas) só porque trabalha numa escola pública onde o salário é garantido no final do mês independentemente de sua dedicação e prática de ensino.

A pedagogia do consenso (MARINHO, 2005) reafirma a divisão de classes da sociedade na escola, onde os educandos teriam a oportunidade de viver numa instituição social onde todos são respeitados igualmente, independentemente de etnia, credo ou condição socioeconômica. "A educação de massa [do consenso] não procura formar o espírito; visa sim, adaptar o indivíduo aos valores empresariais do lucro, da competição e do sucesso, por um lado, e às vicissitudes do mercado, de outro" (MATOS, 2000, p. 33).

É inadiável uma revolução, onde se possa superar o descaso, o comodismo e alienação tanto na esfera das políticas educacionais como nas práxis de ensino. Ainda neste quadro deplorável, "[...] podemos notar que uma Educação Física verdadeiramente revolucionária ainda está por se fazer" (MEDINA, 1990, p. 85).

Contudo, em grande parte, dependerá de nós, educadores, para que nossas aulas tornem-se o grande despertar discente para as injustiças sociais presentes nas políticas neoliberais. Afinal, "A globalização atual não é irreversível" (SANTOS, op. cit., p. 174). Uma revolução na Educação Física obrigatoriamente deverá passar por uma ascensão das consciências para negar de vez o pacto com esquemas manipulativos e alienantes (MEDINA, op. cit.). Numa ação coletiva e transformadora da comunidade escolar, e principalmente dos educadores, a utopia vital que nos sustenta como seres legitimamente humanos há de ser contemplada!

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Urge a realização na prática escolar de uma Educação Física resistente à indústria cultural, que exerça uma educação crítica para (fim) e com (meio) a mídia, assim como para a produção da cultura. Uma Educação Física escolar que faça a utilização do esporte como um elemento de representação social e não de reprodução do modelo - no mínimo ideológico - de alto rendimento que nos é apresentado a todo o momento pela mídia (esporte-espetáculo). Logicamente o esporte escolar deve ser realizado numa perspectiva humanizada através de jogos cooperativos, sem, contudo, excluir a competição como componente próprio do jogo. No esporte podemos ganhar para perder e vice-versa. O sentimento de que a vitória não é uma conquista individual e sim coletiva, justamente por sermos humanos, deve ser ensinada aos educandos através de práticas corporais que levem a diversas representações da cultura. Com base na lucidez da utopia do geógrafo baiano Milton Santos acerca da globalização, vale ressaltar que, num novo mundo possível, onde todas as ações sejam concentradas no Homem, inclusive a utilização das técnicas, a prática da solidariedade poderá ser enfim realizada.

Os educadores e, por conseguinte, os educandos não podem deixar de participar de um processo ativo de mudança em prol da justiça social frente ao atual modelo político neoliberal. As aulas não podem de maneira alguma se reduzir a práticas irrefletidas, sem contextualização política. Precisamos estar munidos de uma pedagogia do conflito (GADOTTI, 2003) na busca da libertação plena dos indivíduos, numa espécie de resgate cidadão, desembaraçando contradições óbvias presentes na vida cotidiana dos educandos. Para tanto, precisamos construir uma Educação Física plural e inclusiva que necessariamente deverá extinguir de vez qualquer tipo de divisão ou exclusão social, a começar pela escola.

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