A Supervitalidade Como Forma de Poder: Um Olhar a Partir das Academias de Ginástica

Por: Fábio Luís Santos Teixeira e Iraquitan de Oliveira Caminha.

Movimento - v.16 - n.3 - 2010

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Resumo

Neste  estudo compreendemos a supervitalidade como conseqüência da biopolítica. Atualmente, não buscamos apenas proteger a vida, mas sim maximizá-la  tornando-a mais poderosa. O objetivo da investigação é analisar as formas de manifestação da supervitalidade em academias de ginástica. Utilizando  as teorias  de Foucault e Virilio, percebemos que os sujeitos investem biotecnologicamente sobre o corpo para ter poder, aperfeiçoando suas funções biológicas e sociais.

Endereço: http://seer.ufrgs.br/Movimento/article/view/12295/10016

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