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Resumo

Inicialmente apresentaremos quatro premissas que orientam interpretações e sugestões tendo em vista contribuições solicitadas a este Autor com respeito a reorientações do AGITA SP diante da pandemia OBESIDADE-MÁ NUTRIÇÃO – MUDANÇAS CLIMATICAS, conforme detectada pela Comissão LANCET de Obesidade, composta por 43 membros de múltiplas especialidades de 14 países (incluindo Dr Victor Matsudo do CELAFISCS, Brasil). O relatório dessa Comissão foi emitido em janeiro de 2019 (ver referência para download no final desta comunicação), após três anos de trabalho, em coincidência com a realização do The World Economic Forum de DAVOS na Suiça que também produziu um alerta com relação ao estado altamente deletério do meio ambiente no mundo. No mesmo mês a NASA nos Estados Unidos deu a público seus estudos sobre o aumento da temperatura em ordem planetária com a revelação de que os quatro últimos anos foram os mais quentes desde o inicio de registros desta variável climática (meados do século XIX), dando assim suporte ao impacto dos posicionamentos de DAVOS. A presente contribuição optou portanto em delinear um contexto de âmbito mundial para obter significados e pontos de partida para reposicionamento do AGITA SP e outras iniciativas congêneres do CELAFISCS em 2019 e anos seguintes. Nessas condições foram incluídas nas premissas dados do survey da CARBON DISCLOSURE PROJECT pesquisa realizada no Reino Unido em 2018 – reunindo sete mil empresas em escala mundial - que deu indicações de como as empresas estavam discernindo a crise climática em acelerado progresso, complementando portanto o alerta de DAVOS. O quadro de premissas completa-se com um destaque das projeções futuras da SINGULARITY UNIVERSITY que enfatiza o avanço da tecnologia na área da saúde nos EE.UU. mas que se repete em vários países, sobretudo no Brasil. Em resumo, conclui-se preliminarmente que o contexto dos posicionamentos da Comissão LANCET convergiu para circunstâncias ambientais e para reações das empresas, ambas em termos globais, havendo todavia sinalização de possíveis soluções tecnológicas para enfrentamento da sindemia (expressão correspondente em português para a usada no relatório em língua inglesa, i. e. “global syndemic”). Esta, por sua vez, torna-se mais compreensiva ao relacionar a obesidade à má nutrição (domínio dos alimentos industrializados de nutrição deficiente) e aos correspondentes malefícios na natureza derivados da produção descontrolada e anti-ecológica da fabricação de alimentos.

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