Análise Comparativa da Flexibilidade de Idosos Ativos e Não Ativos

Por: Thiago Barbosa Zambon.

50 páginas. 2014 01/01/2014

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Resumo

Este estudo objetivou avaliar a flexibilidade de idosos praticantes de exercícios físicos e não ativos. Participaram 108 voluntários, com idade a partir de 60 anos, formados por grupos masculinos: ativo praticante de hidroginástica (GM1) 16 homens, ativo praticante de treinamento combinado (GM2) 16 homens, não ativo (GM3) 16 homens; grupos femininos: ativo praticante de hidroginástica (GF1) 20 mulheres; ativo praticante de treinamento combinado (GF2) 20 mulheres; não ativo (GF3) 20 mulheres. Os voluntários foram submetidos à avaliação antropométrica com medidas de massa corporal, estatura e circunferência da cintura e da flexibilidade com medidas da distância alcançada no teste de sentar e alcançar e da amplitude da flexão e extensão do quadril através do goniômetro. Foram verificados os pressupostos de normalidade por meio do teste de Shapiro-Wilk, para a comparação entre os grupos do sexo masculino (GM1, GM2, GM3) e feminino (GF1, GF2, GF3 Foram realizados o teste Anova one way, seguido do post hoc de Tukey para os dados com distribuição paramétrica, e o teste de Friedman para amostras com distribuição não paramétrica. Aplicou-se o nível de significância de p < 0,05. Nos resultados, as variáveis antropométricas não foram encontradas diferenças significativas nos grupos masculinos e femininos. Na análise da flexibilidade, foi encontrada diferença significativa apenas na flexão do quadril. O GM2 apresentou maiores valores que o GM1 e GM3, não houve diferença significativa entre GM1 e GM3, não existindo outras diferenças significativas entre os grupos. Foi encontrada diferença significativa na flexão e na extensão de quadril, os grupos GF1 e GF2 apresentaram maiores valores que o GF3, não houve diferença significativa entre GF1 e GF2, não existindo outras diferenças significativas entre os grupos. Nos grupos de idosos masculinos, os resultados sugeriram que o treinamento combinado proporcionou melhora da flexão do quadril, sem influência dos treinamentos nas outras variáveis estudadas. Nos grupos femininos, os resultados sugeriram que os treinamentos de hidroginástica e combinado proporcionaram melhora na flexão e extensão do quadril, sem influência nas outras variáveis estudadas.

Endereço: https://www.unimep.br/phpg/bibdig/aluno/visualiza.php?cod=1263

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