Análise dos Efeitos das Atividades na água em Ambiente Fechado e Aberto no Tonus Postural na Paralisia Cerebral Espástica

Por: Angela Teresinha Zuchetto e Claudia Morais Trevisan.

VI Congresso de Educação Física e Ciências do Desporto dos Países de Língua Portuguesa

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Resumo

As exercitações no meio líquido podem levar o portador de paralisia cerebral a diminuição do tonus acentuado de forma a liberar o potencial de movimentos funcionais isolados, permite a criança executar na água movimentos ou posturas não habituais que contribuem para a estruturação da imagem global (na posição vertical, por exemplo) ou de segmentos (Moran & Kalakian, 1977). A água como elemento provoca uma pré-disposição ao exercício, não só da musculatura mas de toda a pessoa. A atividade na água produz efeitos fisiológicos que resultam da combinação dos efeitos produzidos pela água da piscina e pelos exercícios e dependem da temperatura da água, duração da atividade, tipo e intensidade dos exercícios. A ação mecânica, térmica e química da água formam fatores que atuam em conjunto sobre o mecanismo do corpo na água, provocados pelos princípios físicos da água, tais como pressão hidrostática, empuxo flutuação e turbulência. As atividades na água apresentam vantagens que não podem ser vistas no solo, tais como:- aquecimento global de um grande número de articulações simultaneamente, por não ocorrer nenhuma pressão localizada sobre a proeminência óssea, o relaxamento pode ser provido em flutuação, redução do espasmo muscular, a flutuação pode fornecer suporte completo ao corpo resultando em efeitos que não são possíveis em terra, (LINDEMMANN et al 1975; DePAUW,1989; SHERRIL,1986; WINNIE,1994)

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