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Resumo

O presente dossiê da Revista NAVIGATOR, intitulado “Um século de História do Esporte Militar Brasileiro: das Ligas de Esporte aos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016”, marca um momento impar do esporte militar no País, no qual uma prestigiada revista histórica abre um espaço para o debate de uma matéria rejeitada e marginalizada por muitos anos nas Forças Armadas brasileiras. Apesar de ter uma relação fundamental com a higidez fí- sica e as necessidades profissionais de atuação dos militares, a atividade física e o esporte em alguns momentos foram vistos como uma prática para quem queria escapar das fainas militares.

Sem embargo, o esporte ganha um novo entendimento e redimensionamento no corrente período histórico e consegue, por exemplo, um espaço privilegiado nas Forças Armadas. Diante da tsunami dos megaeventos esportivos no País e das inúmeras pesquisas que comprovam os benefícios da prática de exercícios físicos orientados, o esporte, o Treinamento Físico Militar, e outras ações motoras, se reinventam e ocupam um novo cenário na história do tempo presente, plausíveis de estudos críticos e análises profundas por historiadores e que ainda deixam um legado para investigações futuras. O envolvimento de militares e esporte na maioria dos países sempre foi muito forte pela própria necessidade da ação profissional: exigir do condicionamento físico de combatentes.

Do ponto de vista histórico, sempre ressalto o esporte presente nos Jogos Olímpicos da Era Moderna que carrega consigo a lenda do soldado ateniense Pheidippides, que fora um mensageiro do Exército de Atenas, o qual teria corrido cerca de 40 km entre o campo de batalha de Maratona até a cidade de Atenas para anunciar aos cidadãos a vitória dos Exércitos atenienses contra os persas e, que logo a seguir, teria morrido de exaustão após cumprir a missão. Leonardo José Mataruna-dos-Santos

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