Resumo

Em outras oportunidades já havíamos tratado da regulação de experiências do “tempo livre” nos oitoscentos, em terras mineiras83, o que certamente deixou lacunas e a necessidade de continuarmos com as buscas em um contexto mais amplo. No contínuo trato com os periódicos, no intento de que se abram não só em páginas, mas em possibilidades de pesquisas e interpretações várias para o desvelamento de outras nuanças presentes na vida social do Brasil, tencionamos compreendê-los enquanto agentes que se debruçavam na urgência de se (re) formar costumes presentes nas experiências que aconteciam fora do mundo do trabalho e de processos educativos como a escolarização.