As Práticas Corporais Femininas em Clubes Paulistas do Início do Século XX

Por: e Milena Bushatsky Mathias.

Revista Brasileira de Educação Física e Esporte - v.24 - n.2 - 2010

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Resumo

Na década de 20, o esporte ainda era visto como uma instituição masculina, o que invalidava a experiência atlética feminina, sendo apenas o atletismo, a dança clássica e o bola ao cesto, consideradas atividades saudáveis para o intitulado" sexo frágil". Uma vez excluídas dos estádios e instituições esportivas, assim como da própria vida pública determinada na época, a condição feminina foi limitada pela dedicação ao lar e à família.Em contrapartida, o Movimento Feminista lutava pelo direito à cidadania, à uma existência legal na vida pública e a própria Educação Física apontava através de seus discursos a mulher como fisicamente ativa, dentro de propósitos eugenistas e higienistas. O objetivo deste trabalho é discutir como se deu a participação da mulher nas práticas corporais em clubes na década de 20 na cidade de São Paulo.

Endereço: http://www.revistasusp.sibi.usp.br/pdf/rbefe/v24n2/v24n2a10.pdf

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