Aspectos Neurofisiológicos e Metodológicos do Complex Training

Por: Alexandre Maia Farias, Hugo Daniel Pereira da Cunha e Rodrigo Diego Cunha da Silva.

XXI Congresso Brasileiro de Ciências do Esporte e VIII CONICE - CONBRACE

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Resumo

INTRODUÇÃO

O presente trabalho surgiu a partir da necessidade de novas técnicas para melhor aplicação dos métodos relacionados ao treinamento das capacidades de força máxima e força explosiva das seleções universitárias da Universidade do Estado do Pará – UEPA, onde após 3 anos trabalhando no núcleo de desporto da UEPA podemos observar alguns problemas com relação ao treinamento e desempenho de nossas equipes em competições estaduais e nacionais. Assim, houve a necessidade de uma pesquisa para uma melhora significativa no desempenho das seleções. Siff e Verkhoshansky (2000) afirmam que a elaboração de métodos treinos, com vista a melhorar os gestos desportivos deve levar em conta que todo movimento desportivo deve ser específico e com um fim definitivo. Portanto, a força desenvolvida nesse movimento também é específica e direcionado a um objetivo: o rendimento desportivo. Esse princípio baseia-se na existência de um potencial pós – ativação (PPA). Segundo Docherty, Robbins e Rodgson (2004) o termo complex training é de autoria de Verkhoshansky. Complex training é a alternância entre exercícios de força de alta intensidade e exercícios pliométricos, similares biomecanicamente, série a série, na mesma sessão de treinamento. Portanto, nosso objetivo geral é o melhor entendimento dos mecanismos neurofisiológicos da correta metodologia da aplicabilidade da técnica e avaliar a efetividade do treinamento. 

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