Atividade Física e Corpo Sensível

Por: Carlos Alberto de Andrade Coelho Filho e Regina Glória Nunes Andrade.

Motriz - v.10 - n.2 - 2004

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Resumo

Os primeiros investimentos científicos que se dão no campo do imaginário, quando a criatividade é valorizada, partem de estudos que provocam deformações no real mediante a produção de ilusões. No esteio da ilusão e da criatividade − portanto, do imaginário −, este trabalho se estrutura no horizonte da consciência corporal, do homem biológico, psicológico e social. O método utilizado foi o de análise da narrativa teórica. Foram privilegiados alguns textos “psicanalíticos” cujos referenciais estão voltados para o entendimento dos conceitos teóricos básicos necessários para o trabalho, tais como inconsciente e imaginário. A tese sustentada está baseada na compreensão de que o corpo que pratica atividade física regular entra em contato com algo que proporciona um bem-estar fugidio, um estado de consciência que precisa ser constantemente reencontrado, re-elaborado. O corpo em movimento é fruto das marcas do inconsciente que se expressam, fundamentalmente, através do imaginário. Palavras-chave: Corpo, psicanálise, atividade física, subjetividade.

Endereço: http://www.rc.unesp.br/ib/efisica/motriz/10n2/12AACa.pdf

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