Atividade Física em Gestantes e Desfechos Perinatais Adversos Ao Nascimento

Por: Adriana Sousa Rêgo, Antonio Augusto Moura da Silva, Cecília Cláudia Costa Ribeiro, Flávia Helen Furtado Loureiro, Heloísa Bettiol, Marco Antônio Barbieri, Maria Teresa Seabra Soares de Britto e Alves, Rosângela Fernandes Lucena Batista e Viviane Cunha Cardoso.

Cadernos de Saúde Pública - v.32 - n.11 - 2016

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Resumo

Investigou-se a associação entre atividade física durante o segundo trimestre gestacional e os desfechos perinatais adversos: baixo peso ao nascer (BPN), nascimento pré-termo (NPT) e restrição de crescimento intrauterino (RCIU). Foi utilizada amostra da coorte BRISA, São Luís, Maranhão, Brasil, que incluiu mulheres com gravidez única, idade gestacional de 22 a 25 semanas confirmada por ultrassonografia obstétrica realizada com < 20 semanas, reentrevistadas nas primeiras 24 horas após o parto (n = 1.380). O nível de atividade física foi medido pelo Questionário Internacional de Atividade Física (IPAQ), versão curta, e categorizado em alto, moderado e baixo. Gráfico acíclico direcionado (DAG) foi utilizado para identificar ajuste mínimo para o controle de confundimento. Nível alto de atividade física não foi associado ao BPN (RR = 0.94; IC95%: 0,54-1,63), NPT (RR = 0,86; IC95%: 0,48-1,54) ou RCIU (RR = 0,80; IC95%: 0,55-1,15). Os resultados fortalecem a hipótese de que a prática de atividade física na gestação não parece resultar em desfechos adversos ao nascimento.

Endereço: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_abstract&pid=S0102-311X2016001105003&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt

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