Atividade Física, Fadiga e Qualidade de Vida Durante Um Tratamento Clínico Adjuvante do Câncer de Mama: Um Estudo Comparativo

Por: Adriana Coutinho de Azevedo Guimarães, Anke Bergmann, Leonessa Boing, Luiza Andreatta Denig, Melissa de Carvalho Souza Vieira e Tatiana de Bem Fretta.

Motricidade - v.14 - n.-1 - 2018

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Resumo

Nosso objetivo foi comparar a atividade física, a fadiga e a qualidade de vida dos pacientes durante o tratamento do câncer de mama e investigar a associação entre essas variáveis. Participaram deste estudo 122 mulheres em tratamento clínico no Centro de Pesquisas do Câncer (CEPON) em Florianópolis, SC. Foi utilizado um questionário com informações gerais, atividade física (IPAQ - curta), fadiga (fadiga de Piper) e qualidade de vida (EORTC QLQ - C30). One-way ANOVA com pós-hoc de Scheffe, Qui-quadrado e regressão linear múltipla e univariada (p <0,05) foram utilizados. Observou-se maior tempo de caminhada e atividade física total para os pacientes em terapia hormonal. Na fadiga, piores escores foram apresentados pelos pacientes na quimioterapia. Na qualidade de vida, houve diferença na escala sintomática, com piores escores nas subescalas de náuseas e vômitos, dor e perda de apetite para pacientes em quimioterapia e constipação para radioterapia. Identificou-se associação entre o aumento da atividade física com a melhora da função física, social e sintomas da fadiga, independentemente do tipo de tratamento ou idade. Pacientes em terapia hormonal praticavam mais atividade física, e aqueles em quimioterapia tiveram piores efeitos colaterais. É necessário incentivar a atividade física durante o tratamento, uma vez que os benefícios na qualidade de vida e fadiga são evidenciados. função social e sintomas da fadiga, independentemente do tipo de tratamento ou idade. Pacientes em terapia hormonal praticavam mais atividade física, e aqueles em quimioterapia tiveram piores efeitos colaterais. É necessário incentivar a atividade física durante o tratamento, uma vez que os benefícios na qualidade de vida e fadiga são evidenciados. função social e sintomas da fadiga, independentemente do tipo de tratamento ou idade. Pacientes em terapia hormonal praticavam mais atividade física, e aqueles em quimioterapia tiveram piores efeitos colaterais. É necessário incentivar a atividade física durante o tratamento, uma vez que os benefícios na qualidade de vida e fadiga são evidenciados.

Endereço: https://revistas.rcaap.pt/motricidade/article/view/13476

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