Atividade Física Habitual, Sintomas Depressivos e Doenças Auto-relatadas em Idosos da Comunidade

Por: Paula Casalini Domingues.

Revista Brasileira Atividade Física & Saúde - v.14 - n.3 - 2009

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Resumo

Objetivos. Analisar relações entre os tipos e o nível de tividade física nos últimos doze meses, doenças e intomas somáticos auto-relatados e sintomas depressivos em idosos de iferentes faixas de idade e renda recrutados na omunidade. Materiais e métodos. Foram 144 idosos (M= 71,2 e DP= 6,65), 94,4% ulheres, frequentadores de um centro de convivência. Os ados foram coletados por meio de uma fi cha de identifi cação ociodemográfi ca, de um questionário sobre doenças e sintomas autorelatados, da Escala de Depressão do Centro de Estudos pidemiológicos (CES-D) e do Questionário de Baecke odifi cado para Idosos (QBMI). Resultados: A prevalência de sintomas epressivos foi de 33,3%; 49,3% dos idosos relataram ter rês ou mais doenças e 43,7% eram ativos, segundo os critérios a American College of Sports Medicine (ACSM). O grupo de 0 a 69 anos apresentou maior freqüência de ativos e escores totais e em atividades esportivas mais altos. Os idosos que pontuaram acima da nota de corte (> 11) para sintomas depressivos presentaram maior número de doenças, maior freqüência de depressão e maior número sintomas somáticos uto-relatados. Na análise multivariada, ter entre 60 e 9 anos, apresentar escore intermediário ou baixo em atividades esportivas e relatar três ou mais doenças revelaram-se preditivos de ntomas depressivos. Conclusão: As relações identifi cadas confi uram-se como importantes subsídios para a prática no mbito da promoção em saúde.

Endereço: http://www.sbafs.org.br/_artigos/279.pdf

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