Atividade Física e Ingestão de Dieta Hipoprotéica Durante a Gestação em Ratas - Efeitos Sobre a Gestante e o Desenvolvimento Fetal

Por: Rozinaldo Galdino da Silva.

71 páginas. 1996

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Resumo

No intuito de estudar o efeito da atividade física e da ingestão de dieta hipoprotéica sobre o curso de gestação e desenvolvimento fetal, ratas wistar com 50 dias e massa corporal de 165 g, foram divididas em 4 grupos: Normoprotéico Sedentário (NS), Normoprotéico Treinado (NT), Hipoprotéico Sedentário (HS) e Hipoprotéico Treinado (HT). os grupos "normoprotéicos" receberam dieta com 17% de proteína, enquanto que os "hipoprotéicos" com 6% de proteína. Massa corporal e ingestão alimentar foram registrados diariamente. Os grupos treinados realizaram exercício de natação 60 minutos por dia, com 5% da massa corporal fixada ao tronco, 5 dias por semana, do 1º ao 17º dia gestacional. No 19º dia experimental as ratas foram sacrificadas em repouso sendo coletado: a) das gestantes; sangue para análises de glicose, albumina, proteínas totais, ácidos graxos livres e lactato; amostras do fígado, músculo gastrocnêmio esquerdo e útero para determinação dos teores de glicogênio; b) dos fetos: sangue para análises de glicose, albumina e proteínas totais, amostra do fígado para determinação do teor de glicogênio; amostras de cérebro, coração e fígado para determinação dos teores de DNA e proteína tecidual. As gestantes NT e HS apresentaram menor ganho de massa corporal, bem como seus fetos, menor teor cardíaco de DNA em relação ao grupo NS. Além disto, os fetos NT apresentaram menor massa corporal em relação aos NS e, as gestantes NT HS mostraram menor ganho de massa corpporal em relação as HT. A albuminemia das gestantes HS foi inferior às NS e sua glicemia superior à das HT. O teor de glicogênio muscular nos grupos terinados foi maior que nos sedentário. O acúmulo de glicogênio muscular nos grupos treinados é indicativo da eficiência do protocolo de atividade física empregado, enquanto que a hipoalbuminemia e a redução no ganho de massa corporal materno do grupo alimentado com a dieta hipoprotéica mostram a eficiência desta em ocasional sinais de desnutrição. isoladamente, causaram redução no ganho de massa corporal materno e redução no número de células cardíacas (indicado pelo baixo teor de DNA) nos respectivos fetos. A associação das duas candições levou à redução do número de células cardíacas do feto, mas não da massa corporal fetal. Concluindo, treinamento aliado à ingestão de dieta hipoprotéica, porém hiperglicídica, minimizou os efeitos deletérios à administração dos dois tratamentos isolados, sobre o curso da gestação e o desenvolvimento fetal.

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