Atividades de Lazer no Maranhão - Século XVII

Por: Delzuite Dantas Brito Vaz e .
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ABBEVILLE (1975) foi quem primeiro registrou, no Maranhão, as atividades dos primitivos habitantes da terra. Para esse autor é por não terem ambições materiais que os índios da Ilha do Maranhão”… vivem alegres e satisfeitos … quando não estão em guerra, passam a vida no ócio, empregando  o  resto na dança, na cauinagem, na caça e na pesca, mais  para alimentar-se do que para juntar riquezas … A dança é o primeiro e principal exercício dos maranhenses.”(p. 236).

Registra ainda que “… além da dança, têm como exercício a caça e a pesca.” SPIX e MARTIUS (apud CALDEIRA,1991) afirmam serem os Jês, habitantes entre os rios Tocantins e Capim, hábeis nadadores. Sobre as atividades de corridas, há registro de serem os Timbiras grandes corredores: “…  timbiras de canela fina  (corumecrs) –  hordas  nômades  que  se  movimentam  entre as áreas banhadas pelos  rios  Mearim,  Alpercatas e  Itapecurú; famosos  pela  velocidade  na  corrida,  esses índios enrolavam    suas pernas com fios de algodão que acreditavam   afinar-lhes as pernas  e  proporcionar-lhes  leveza para correr …”.(p. 77-78).

Além da dança, natação e das corridas a pé, realizadas pelos índios, BETTENDORF (citado por LOPES, 1975) nos dá conta que em 1678, quando da chegada do primeiro bispo ao Maranhão “… fizeram-se várias representações de encamisadas a cavalo”.

Para MEIRELES (1977) a Igreja teve um importante papel na colonização do Maranhão, indo além do mundo espiritual, representando o único freio moral de uma população brutalizada e ignorante. É nessa mesma igreja que essa população encontra “… uma diversão e uma alegria que quebrasse a monotonia desesperada de uma vida prenhe de perigos e vazia …”.  Essa alegria era presentada pela beleza litúrgica do cerimonial religioso,

“O Te-Deum, a missa, o sermão, a novena, a procissão, o canto coral, a música do cravo no coro, o repicar  dos sinos nas torres e a comédia que os noviços  representavam em dias de festas, no adro dos templos,  eram  a única distração e a única alegria que regularmente  se concedia àquela gente.”(p.65).

Essas festas eram realizadas em datas consagradas a algum santo. LISBOA (1990) nos relata que a Câmara de São Luís tinha que mandar celebrar, além da procisso de Corpus Christis, quatro festas anuais “… a saber a de São Sebastião em janeiro, a do anjo Custódio em julho, a da Senhora da Vitória em novembro, e a da restauração de D. João IV, chamado especialmente el-rei, em dezembro …”. Fora essas datas, só se realizavam cerimonias festivas “… quando assumia um novo governador ou, depois, quando chegava um novo bispo” (MEIRELES, 1977). Foi o que ocorreu com D. Gregório de Matos (1679-1689), recebido com uma festa que durou mais de oito dias e “… foi, no pode haver dúvidas…um verdadeiro carnaval” :

“O carnaval já existia no Maranhão a esse tempo,  haja vista que BETTENDORF informou, por exemplo, que tendo Pedro Cesar de Menezes governado quase cinco anos sucedeu-lhe Inácio Coelho da Silva,  no começo de  1678 pelo entrudo;  em outra passagem,  referindo-se à Revolta de Bequimo, diz que a primeira conjura do Convento de Santo Antonio foi  uma dominga  antes do entrudo do ano de 1684, que foi a 15 de fevereiro.” (MEIRELES, 1977, p.81)

CÂMARA CASCUDO (1972) afirma ser o entrudo “o tempo do divertimento que compreende os três dias que antecedem a Quarta-feira de Cinzas”. Lembranças das saturnálias, februálias, florais, festas orgásticas assírias, medo-persas, babilônicas, revivem no Carnaval.

Voltemos à festa de D. Gregório. Registra MEIRELES (1977) que teve lugar, a seguir, no adro da igreja, “… uma comediazinha … finda ela, foi D. Gregório para a casa de Manuel Valdez … onde, por oito dias consecutivos, ou mais, houve representações de encamisadas a cavalo, danças e outros gêneros   de demonmstrações de festas e alegria.” (p. 76).

As encamisadas constituiam-se, outrora, um cortejo carnavalesco que saía às segundas-feiras, com seus componentes vestidos de longas camisas e mascarados de branco, fazendo momices. CÂMARA CASCUDO (1972) registra que “… primativamente foi ataque de guerreiro, onde os soldados punham camisas sobre as couraças como disfarce. Depois, mascarada noturna, com archotes. Tornou-se desfile, incluído nas festividades públicas”. (p. 368):

“Em Portugal, desde velho tempo a cavalhada era elemento ilustre nas festas religiosas ou políticas e guerreiras. Mesmo nas vésperas de São João havia desfile de que fala um documento da Câmara de Coimbra, citado por Viterbo, aludindo em 1464, ‘à cavalhada na véspera de São João com sino e bestas muares’. No Brasil apareeu desde o século XVII com as características portuguesas”. (p 259).

CÂMARA CASCUDO (1972)  registra o termo “cavalhada” referindo-se a desfile a cavalo, corrida de cavaleiros, jogo das canas, jogo de argolinhas ou de manilha. “Esses jogos eram um produto do feudalismo e da cavalaria”, afirma GRIFI (1989), ao referir-se às atividades esportivas do medievo, período em que os jogos cavalheirescos se destacavam entre as manifestações atléticas e esportivas. De acordo com esse autor, os principais e mais famosos jogos cavalheirescos eram: o torneio, o bigorno, a giostra, o carosello, o passo d’arma, a gualdana, a quintana, a corrida dall’anello.

ALMEIDA (1928), ao descrever os costumes e aspectos sociais nos anos 1500-1600, em sua História de Portugal, registra uma encamisada realizada em 1619:

“Encamisadas (cavalhadas) – Jogo das canas. – Em ocasiões de festa, um grupo de cavaleiros marchavam a cavalo, cobertos de branco e com tochas, constituíam a encamisada. Em 1619 projectava-se uma encamisada para as recepções de Felipe III de Espanha e, Lisboa…”.

Para MARINHO (s.d.), as primeiras cavalhadas realizadas no Brasil aconteceram em abril de 1641, no Recife:

“Portugal estava sob o domínio da Espanha e esta em guerra com a Holanda. Os holandeses haviam  invadido o Brasil quando sobreveio a trégua entre estes e os espanhóis, a qual, naturalmente, se estendeu às colonias. Para festejá-las, foram organizadas torneios equestres em que os portugueses e brasileiros competiram contra os holandeses.'(p. 17).

Já CÂMARA CASCUDO (1972) r registra uma encamisada realizada em março de 1641, no Rio de Janeiro, por ocasião da aclamação de D. João IV, onde “… foi o princípio das festas uma Encamisada em que passaram mostra alegrando todas as ruas da cidade cento e dezesseis cavaleiros “. Afirma que as encamisadas a cavalo eram

“… muito citada na Portugal do século XVII, notadamente como desfile-de-pregão de festas, cortejo-de-anúncio. Descreve Nelson Vianna:’ Já na véspera, houvera as impressionantes e tradicionais encamisadas. E os entusiasmados cavaleiros que iam ter a honra de  tomar parte nas cavalhadas, haviam percorrido, a luz dos archotes,  as principais  ruas da cidade,  numa demonstração antecipada da magnificência que iriam ostentar as comemorações.” (p. 368).

Para LOPES (1975), além dos encamisados,

“Jogaram, decerto, a cana e a argolinha. E nesses torneios do tempo colonial os corcéis eram árdegos, de viçosa estampa e traziam arreios de preço. Os cavaleiros e seus ‘peões’ vestiam com esmero trajes de cores vivas e os primeiros, montados à gineta ou bastarda, exibiam a sua destreza na arte nobre de bom cavalgar.” (p. 49).

A argolinha é encontrada desde o século XV em Portugal e, de acordo com GRIFI (1989), a corrida dall’anello – corrida do arco – consistia de corrida a cavalo, lançado a galope, durante as quais os cavaleiros deviam enfiar a lança ou a espada em um arco suspenso. Vencia quem  conseguia enfiar o maior número de arcos. Originária de antiguíssima justa, desde o século XVI que se corre a argolinha no Brasil:

“Pendendo de um arco ou poste enfeitado, uma argolinha deve ser tirada pela ponta da lança do cavaleiro, em desfilada. A argolinha enfiada em lança era oferecida a uma autoridade ou às moças e senhoras, havendo prêmios … No meio do circo levantam-se dois postes aos quais se prende uma corda ou um arame um pouco frouxo; e deste arame pende uma ponta de um fio ou de uma fita uma pequena argola, mas presa por tal feitio que, sendo tocada ou antes enfiada por uma lança, imediatamente se desprende na ponta da lança. Feito isto, todos os cavaleiros se colocam em fila, defronte e  bem longe da agolinha; e cada um por sua vez saindo da fila, firma-se na sela, enrista a lança e fazendo o cavalo disparar, passa entre os dois postes onde está a argolinha e tenta tirá-la.” (CÂMARA CASCUDO, 1972, p. 103).

MORAES (1989) ao registrar as festas de São Luís em seu “Guia”, informa que “cavalhadas, congadas, fandangos, cheganças e mascaradas, tivemo-los durante o período colonial …. De épocas mais recentes, apesar de virtualmente desaparecidas, so tambor de taboca, lindéo, caninha-verde (…)” (p. 178). CÂMARA CASCUDO (1972), em seu Dicionário do Folclore Brasileiro, registra o verbete “Cana-Verde” ou “Caninha-Verde”, mas referindo-se a uma dança cantada, originária de Portugal, da região do Minho. Consta de uma roda de homens e mulheres que se defrontam, cantando e permutando de lugares. Não se trata, naturalmente, da mesma manifestação, visto ser a “cana” um jogo do grupo das cavalhadas, conforme registra o Conde de Sabugosa:

“…pela transformação da arte militar acabaram as escaramuças, os jogos de canas e os desafios de cartel em que os mantenedores e aventureiros de armas brancas ao som de trombetas, sacabuchas, charamelas, pífanos e tambores defendiam em combates simulados as belas Celindaxas…Justamente com a cavalaria a gineta e o trajar pomposo do sçeulo passado, morreram as cavalhadas, a argolinha, a cabeça-de-turco e o pato…”. (p. 37).

Prossegue, ao enumerar as virtudes de D. João II – neto de D. Duarte, o autor do “Livro de ensinança de bem cavalgar toda sella”:

“E as festas eram d’elle com grande venerançam, e sempre n’ellas se vestia ricamente, e com grande estado real guardava os antigos costumes dos reys seus antecessores convem a saber, no Natal consoada, na Páscoa Ressurreiçam, dia de Corpus Christi procissão e touros, véspeas de S. João grandes fogueiras, e no dia cannas reaes.” (p. 38).

Ao descrever as distrações na Idade Média, Oliveira Marques ensina que “uma vez a cavalo, o nobre medieval podia entregar-se a uma série de exercícios esportivos”. Desses, os mais vistosos e conhecidos eram sem dúvida as justas e os torneios, embora seja difícil distinguí-los, Em princípio, a justa travava-se entre duas pessoas, enquanto o torneio assumia foros de contenda múltipla. No dizer de GRIFI (1989) a giostra era disputada somente entre dois cavaleiros, diferente do torneio que era combate em times. Eram usadas armas corteses, isto é, armas desapontadas ou cobertas por uma defesa. O confronto consistia de uma corrida a cavalo de um contra o outro, lancá em riste, com o objetivo de desiquilibrar o adversário, melhor ainda, fazer cair, ao mesmo tempo, cavalo e cavaleiro. Em torno do século XIV espalhou-se o mau costume de usar lancás ou armjas desapontadas. Variante das justas eram as chamadas canas:

“Em vez de lanças, os jogadores, a cavalo, serviam-se de canas pontiagudas com que se acometiam. O jogo possuía as suas regras, evedentemente muito diferentes das que regiam os torneios. Popularíssimos no fim da idade média, mostrava-se espetáculo quase obrigatório nos festejos públicos, ao ladodas justas e das touradas. Houve canas no casamento de D. Leonor, em 1450, como as houve no do príncipe D. Afonso, em 1490, e em muitas outras festividades.”

HADDAD (1985) no conto “Gazul”, pertencente ao Romanceiro Mourisco, surgido na Andaluzia nos séculos XVII e XVIII, escritas por poetas espanhóis, depois que os mouros foram expulsos de Granada, refere-se também aos jogos das canas:

“Na praça de Sanlucar, Gazul desce vestido de branco, de violeta e verde. Dirige-se ao jogo das canas em Gelves,onde o governador dá festas pelo dia dos reis … Quarta-feira, ao meio-dia, Gazul entra em Gelves; vai logo à praça e toma parte no jogo de canas.” (p. 162-163).

Quanto ao fandango e as cheganças, são originários das tradições portuguesas, com personagens vestindo fardas de oficiais da Marinha, lembrança da odisséia marítima. Ocorre a presença de mouros que atacam a nau. Vencidos, são batizados. Denominam-se também Barca ou Nau Catirineta e é um auto do ciclo do Natal, orquestrado. Já a congada é um auto popular de origem africana, que rememora a luta da Rainha Ginga contra os portugueses. CÂMARA CASCUDO (1972) afirma ser “trabalho da escravaria já nacional com material negro, tal qual ocorre com o fandango, dança em Espanha e Portugal, e auto no Brasil, ao derredor da ‘Nau Catirineta'”. Essas manifestações, registradas por MORAES (1989), pertencem a um período mais recente. No século XVII o fandango pode ter sido dançado, em par, como ocorria na Espanha, onde se originou. Essa distinção é necessária devido à controvérsia de quando se deu a introdução do africano no Maranhão, pois há quem registre o ano de 1686. Outros do notícia do ano de 1680, mas com certeza foi após 1661 e antes de 1671, embora Cesar MARQUES (apud MEIRELES, 1980) a dê em 1761 (sic).

Ainda há o registro da Festa do Divino Espírito Santo, trazida para o Brasil já no século XVI (IBGE, 1980). Em Portugal a Festa do Divino aparece desde as primeiras décadas do século XIV e foi estabelecida pela Rainha D. Izabel (1271-1336), casada com D. Diniz de Portugal (1261-1325) e começou com a construção da Igreja do Espírito Santo em Alenquer (CÂMARA CASCUDO, 1972). O cerimonial conta de passeios pela cidade, levantamento do mastro enfeitado de frutas naturais, feita por um grupo de caixeiras (tocadoras de caixa) (IBGE, 1980). Esta festa até hoje é realizada em Alcântara, com muita pompa e honraria.

CONCLUSÃO

No século XVII, como manifestações do lúdico e do movimento – usando uma expresso de DICKERT & MERHINGER (1989) – encontramos no Maranhão, como parte da herança cultural portuguesa, além das danças e comédias representadas no adro das igrejas, o entrudo e as cavalhadas, essas sob as formas de encamisadas, do jogo das canas  e do jogo das argolinhas.

Muito embora as cavalhadas fossem conhecidas desde o século XV em Portugal e tenham sido praticadas desde os primórdios da colonização, no Maranhão só tiveram início após 1660/1665, época em que o cavalo foi introduzido na Ilha (LOPES, 1975).

É a argolinha a primeira “manifestação esportiva” praticada por brancos em terras maranhenses, pois possuia caráter competitivo, como registra Frei Manuel CALADO (apud CÂMARA CASCUDO, 1972) referindo-se à mais famosa corrida realizada no Brasil, promovida por Maurício de Nassau, em janeiro de 1641, por ocasião da aclamação de D. João IV.

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CÂMARA CASCUDO, Luís da. Dicionário do folclore brasileiro. 3a. ed. atual. Rio de Janeiro       : Tecnoprint, 1972.

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VIEIRA E CUNHA, Manuel Sérgio & FEIO, Noronha.  Homo ludicus – antologia de textos          desportivos da cultura portuguesa. Lisboa : Compendium, (s.d.).

SUMMARY

In this paper one tries to recover the first manifestations of leisure in the colonial times of Maranho through the reading of reports of historians and chronicles. It is also tried to get the ludical activity and moviments exerciseted by the first settlers.

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