Autoeficácia de Idosos Iniciantes em Um Programa de Exercícios Físicos: Comparação Entre Permanecentes e Não Permanecentes

Por: Lucélia Borges, Simone Meurer, Susane Graup e Tânia Benedetti.

Revista Brasileira de Atividade Física & Saúde - v.20 - n.1 - 2015

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Resumo

Objetivou-se analisar a autoeficácia (AE) para a prática de atividade física de idosos iniciantes em um programa de exercícios físicos (PEF). O PEF foi oferecido no contexto comunitário de Florianópolis - SC, durante três meses (três vezes/semana; 60 min/sessão) e foi conduzido por profissionais de Educação Física vinculados à rede de Atenção Primária da Saúde. Participaram do estudo 51 idosos (41 mulheres). A coleta de dados foi realizada por meio de questionários e envolveu variáveis sociodemográficas, percepção do estado de saúde e autoeficácia. Foram considerados “permanecentes” todos os idosos que participaram do PEF até o seu término e, “não permanecentes” aqueles que em algum momento deixaram de participar. Teste Qui-Quadrado ou Exato de Fisher foram utilizados para a comparação dos resultados, adotando nível de significância de 5%. Os principais resultados revelam que há diferenças da AE para a caminhada entre idosos permanecentes e não permanecentes do PEF (p=0,02), sendo superior entre os permanecentes. Além disso, a maioria dos avaliados percebe que o estado de saúde não dificulta a prática de AF. Os resultados obtidos sugerem que a AE contribuiu para a permanência de idosos no PEF e, dessa forma, sua avaliação no início de intervenções torna-se uma ferramenta importante no sentindo de desenvolver estratégias que auxiliem os participantes a incrementarem a percepção da AE.

Endereço: https://periodicos.ufpel.edu.br/ojs2/index.php/RBAFS/article/view/4825

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