Avaliação da Força Máxima de Preensão Palmar de Ambos os Membros em Diferentes Categorias do Tênis de Campo

Por: Alexandre Oliveira Souza, Bruno V. Correia da Silva, Fernando Nazário-de-rezende, Flander Diego de Souza, Hugo Alexandre de Paula Santana e Rafael de Paula Lana.

Arquivos de Ciências do Esporte - v.1 - n.1 - 2013

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Resumo

Um tenista pode, ao longo do tempo, desenvolver desequilíbrios de tamanhos indesejáveis com resultado da hipertrofia muscular induzida pelo esporte. Após poucos anos jogando tênis, o antebraço do lado dominante pode tornar-se maior que o lado não dominante. O objetivo deste estudo foi comparar a progressão da força máxima de preensão palmar entre membro dominante e não dominante de 93 tenistas de cinco diferentes categorias do tênis de campo infanto-juvenil (10 anos - n=8, 12 anos - n=17, 14 anos - n=29, 16 anos - n=29, 18 anos - n=10). Um dinamômetro hidráulico de preensão palmar JAMAR® foi utilizado para mensurar a força de preensão Palmar. Os resultados mostraram maior força do membro dominante em relação ao membro não dominante para todas as categorias analisadas. Podemos concluir que a especificidade do esporte e o tempo de prática influenciam no aumento da força e na assimetria entre membro dominante e não dominante à medida que aumenta a categoria do esporte.

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