Avaliação da Síndrome Patelofemoral e Atividade Física

Por: Altair Argentino Pereira Júnior.

2006

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Resumo

Funcionalmente, o joelho suporta forças exercidas pelos movimentos corporais, estabiliza e promove amplitude de movimento. Há pouca estabilidade intrínseca, em decorrência da localização articular. Desta forma, é uma articulação bastante susceptível a lesões, sendo estas geradas pelo sedentarismo, excesso de atividade física ou alterações biomecânicas e bioquímicas. Objetiva-se relacionar a presença da Síndrome Patelofemoral (SPF) e o nível de atividade física. As alterações geradas pela patologia em estudo foram coletadas pela análise radiológica e avaliação física dos pacientes. Fez-se uso da Escala de Lysholm e do Questionário Internacional de Atividade Física, respectivamente, para a coleta da função do joelho e do nível de atividade física. A amostra do estudo constou com 50 indivíduos, ambos os sexos, com média de idade de 39,96 ? 14,81 anos. Todos com diagnóstico médico de SPF. O acometimento pela síndrome foi de 2 mulheres para 1 homem. A SPF não compromete a saúde geral dos indivíduos, porém, afeta a execução das atividades físicas e atividades de vida diária. O maior dispêndio energético observado, na amostra, foi nas atividades físicas executadas como parte do trabalho, seguido por atividades físicas em casa (mulheres), exercício, esporte, recreação e lazer (homens), meio de transporte. Constata-se que praticantes de atividade física possuem melhor desempenho funcional do joelho quando comparados a não praticantes. Sobrepeso corporal reduz a função do joelho. Excesso de tempo na posição sentada, alterações biomecânicas dos membros inferiores e articulares, são indicativos de contribuírem para desencadeamento da SPF.

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