Bastidores das Práticas de Aventura na Natureza

Por: , Éden Silva Pereti, Humberto Luís de Deus Inácio e Patrícia Athaydes Liesenfeld.

Praticas Corporais: experiências em Educação Física para uma formação humana.

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Resumo

PRELÚDIO
Há algum tempo, pesquisadores de várias áreas, mas especialmente da Educação Física, vêm se debruçando sobre o tema das práticas corporais realizadas junto à Natureza. Tais práticas recebem denominações diversas, que vão desde a que utilizaremos aqui – Prática Corporal de Aventura na Natureza – até a expressão ‘esportes’, sejam eles radicais, ecológicos ou de aventura, passando pela versão espanhola ‘AFAN’, atividade física de aventura na natureza, entre outros.Decidimos utilizar a expressão Práticas Corporais ao invés de atividade física, porque esta última nos remete a uma compreensão restrita de humano, limitada a uma concepção biologicista; enquanto a primeira possibilita um entendimento mais ampliado das múltiplas dimensões humanas. Ana Márcia Silva (2004) nos ajuda neste pensar ao dizer que as práticas que se difundiram pelo mundo sob denominações como Educação Física e/ou Atividade Física, originadas do conceito grego de physis, assumiram de maneira restrita (por sua concepção biologicista) a dimensão corporal. Também preferimos não trabalhar com a nomenclatura ‘esporte’ para estas práticas corporais, uma vez que boa parte delas é realizada no âmbito do lazer, distante de objetivos típicos do esporte, como competição, rendimento máximo, premiações.

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