Batuque na Cozinha a Sinhá Não Quer... e o Delegado Também Não!

Por: , Luis Carlos Vieira Tavares e Tânia Mara Vieira Sampaio.

Licere - v.15 - n.4 - 2012

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Resumo

Este artigo apresenta o percurso do negro na constituição de nossa matriz cultural, destacando a sua capacidade e resistência às pressões oficiais advindas dos interesses de uma elite branca e letrada. A visão preconceituosa presente desde o Brasil Colônia não conseguiu apagar o Homem negro como sujeito histórico que agiu em defesa de sua identidade sócio-cultural. Apoiado em textos representativos da afirmação da etnia negra em nossa formação social, os autores revelam a força do batuque, não apenas na sustentação da música ou do ato de tocar e dançar, mas como uma forma de resistência no universo da cultura afro no Brasil. Dos seus argumentos, pode-se depreender a força das manifestações sonoras, ritmadas, dos negros (escravos, libertos, forros e livres), que fincaram raízes profundas nas músicas genuinamente brasileiras dos dias atuais e em outras manifestações de nossa cultura.

 

Endereço: http://www.anima.eefd.ufrj.br/licere/pdf/licereV15N04_a6.pdf

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