Capacidades Motoras de Atletas de Basquetebol Sobre Cadeira de Rodas: Um Estudo de Caso da Associação Desportiva de Pessoas com Deficiência Física de São Bernardo do Campo

Por: Cristiane Bonilha Boreggio Antonelli e Graciele Massoli Rodrigues.

XI Congresso de Educação Física e Ciências do Desporto dos Países de Língua Portuguesa

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Resumo

Este trabalho teve por objetivo analisar as capacidades motoras de atletas
de Basquetebol Sobre Cadeira de Rodas da Associação Desportiva de
Pessoas com Deficiência Física de São Bernardo do Campo. Realizamos
um estudo de caso descritivo e com análise qualitativa dos dados com base
em aspectos quantitativos, no qual aplicamos testes para a avaliação no
pré-treino e pós-treino. A amostra foi constituída por sete atletas do sexo
masculino com idade de 24 a 46 anos, praticantes da modalidade. Foram
aferidas as medidas das dobras cutâneas tríceps braquial, supra-ilíaca;
subscapular e abdominal e realizado o Wingate Test no qual a carga utilizada
foi de 5% do peso corporal total (FRANCHINI, 2002). A agilidade com cadeira
de rodas foi avaliada através do teste Texas Fitness proposto por KISS (2003),
no qual os atletas fazem percurso entre cones com distância de vinte e sete
metros e a força de membros superiores foi aferida com base no teste
proposto por WINNICK (2004) com auxílio de bolas de medicineball de 3
kg e 5 kg. O treinamento inicial foi de condicionamento aeróbio para
posteriormente dar prioridade ao treinamento específico da modalidade,
potência de membros superiores. A análise dos dados foi realizada através
de estatística descritiva, na qual foram envolvidos, valores de média e desvio
padrão. A análise estatística dos resultados do pré-treinamento e póstreinamento foi feita através do teste "t" de student para dados pareados, e
o nível de significância estabelecido foi de p<0,05. Com os resultados
obtidos nas avaliações verificamos que houve melhora significativa no teste
de força de membros superiores e agilidade em cadeira de rodas. Para a
avaliação da porcentagem de gordura, gordura total e massa corporal magra
visualizamos uma tendência positiva a perda de peso e melhora na
concentração de massa corporal magra, mas não significativa. No Wingate
Test obtivemos uma queda no desempenho na potência média, potência
máxima e índice de fadiga, pois o resultado não foi significativo, já que
essas capacidades não foram prioridades durante o treinamento.

Endereço: http://citrus.uspnet.usp.br/eef/uploads/arquivo/61_Anais_p221.pdf

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