Carteira Rosa: a Tecnofabricação dos Corpos Sexuados nos Testes de Feminilidade na Olímpiada de 1968

Por: Patricia Lessa e Sebastião Josué Votre.

Revista Brasileira de Ciências do Esporte - v.35 - n.2 - 2013

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Resumo

Sexo e gênero tomam uma nova forma após a descoberta científica dos hormônios. Inicia um período de investimentos tecnológicos e políticos que culminam na manipulação artificial dos hormônios, assimilados pelo doping esportivo para melhoria das performances. Com o doping surge a preocupação em comprovar o gênero das atletas mulheres. A Olimpíada de 1968 foi um marco no início dos testes de feminilidade. Esse estudo investigou os discursos dos jornais da época sobre as condições políticas que levam aos testes, caracteriza-se por uma pesquisa histórica documental. Nossas fontes foram o Jornal dos Sports e o Jornal do Brasil, o período analisado foi o segundo semestre de 1968. Foram utilizadas as Teorias Feministas Contemporâneas para o diálogo com as fontes primárias.

Endereço: http://rbceonline.org.br/revista/index.php/RBCE/article/view/1047/835

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