Cobertura da Mídia Televisiva nos Jogos Paralímpicos Rio 2016: do Foco na Deficiência Ao Foco na Eficiência Esportiva

Por: Maria Carolina Ferreira Reis.

Ciclo de Debates em Estudos Olímpicos e Paraolímpicos. Diferentes Olhares Sobre os Jogos Rio 2016: a Mídia, os Profissionais e os Espectadores (volume I).

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Resumo

Introdução

As Paralimpíadas do Rio mostraram a necessidade de se aprofundar o debate, envolvendo toda a sociedade brasileira, sobre o olhar da mídia em relação às competições e atletas paralímpicos e os efeitos produzidos para a visibilidade do movimento paralímpico. A TV aberta não proporcionou uma cobertura das Paralimpí- adas semelhante aos Jogos Olímpicos. A TV Globo, por exemplo, não mostrou as competições e nem as cerimônias de abertura e encerramento ao vivo2. É claro que as cotas de patrocínio e o número de anunciantes também eram bem menores do que nas Olimpíadas, evidenciando uma falha na organização dos jogos por parte dos comitês. Assim, com poucos patrocinadores e também com a ideia de que grande parcela da população brasileira não se interessaria pelos jogos, as TVs abertas também não pareciam, em um primeiro momento, muito empenhadas em cobrir “esportivamente” os jogos. 

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