Comportamento do Esquema Corporal em Adultos Jovens: Associação com a Imagem Corporal, Estado Nutricional e Nível de Atividade Física

Por: Wellington Segheto.

153 páginas. 2010 25/02/2010

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Resumo

A relação do corpo com o espaço tem sido denominada na literatura de Esquema Corporal (EC). Um indivíduo com um esquema corporal bem desenvolvido é capaz de reconhecer as partes componentes do seu próprio corpo e a relação deste no espaço.O comportamento do EC e a relação com outros variáveis não estão bem descritos na literatura. O objetivo desse estudo foi analisar o comportamento do EC, da imagem corporal (IC), do estado nutricional, do nível de atividade física (NAF) e a relação do esquema corporal com estas variáveis. Fizeram parte da amostra 52 adultos jovens universitários (20 do sexo masculino e 32 do sexo feminino) com média de idade de 22,98 ±4,85 anos. O comportamento do EC foi avaliado através do Teste de Marcação do Esquema Corporal (IMP) e do Teste de Lateralidade; a imagem corporal através do Teste de Silhuetas; o estado nutricional através do IMC e o nível de atividade física através do IPAq. Os resultados obtidos indicam que os homens apresentaram uma maior porcentagem de indivíduos hipoesquemáticos e com EC adequado e as mulheres uma maior porcentagem de hiperesquematia. Quanto a simetria, somente a altura do trocânter no sexo feminino apresentou diferenças estatísticas (p = 0,023). O EC avaliado a partir da lateralidade demonstrou que 17,3% dos avaliados apresentaram distorções, sendo esta característica superior nas mulheres. Houve diferença significativa entra a SA e a SI no sexo feminino (p = 0,040), não sendo observada diferenças entre os sexos. A insatisfação com a IC foi de 73,1%, sendo percebida uma maior insatisfação por excesso de peso (48,1%) do que aquela por magreza (25,0%). Observou-se uma porcentagem maior de homens com alterações no estado nutricional. Cerca de 34,4% dos indivíduos foram classificados como inativos fisicamente. Não foram observadas associações do EC com nenhuma das variáveis deste estudo. Conclui-se que há uma distorção do EC em indivíduos adultos e que novos estudos devem ser realizados para elucidar a influência de outras variáveis no EC..

Endereço: http://www.usjt.br/biblioteca/mono_disser/mono_diss/2011/169_segheto_wellington.php

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