Comportamento da Temperatura Corporal. Durante o Mergulho Submarino em Condições de Hipotermia Branda

Por: Ademir Tadeu Cardoso.

60 páginas. 1994

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Resumo

O prop6sito deste estudo foi verificar o comportamento da temperatura corporal durante o mergulho submarino em condições de hipotermia branda. A amostra constitui-se de 12 sujeitos do sexo masculino, com idade variando de 20 a 30 anos (x = 24,92 +/- 2,75 anos), integrantes da equipe de mergulhadores do programa de preservação ambiental do Projeto Larus da UFSC (n = 06) e 06 voluntários experientes, mas não aclimatados ao stress hipotérmico ambiental. As atividades explorat6rias foram desenvolvidas nos meses de maio/92 (fase preliminar) e outubro/93 (fase comprobat6ria). Todos os indivíduos foram submetidos a uma abordagem antropométrica no Laboratório de Esforço Físico e uma funcional, na piscina do Centro de Desportos da UFSC, duas semanas antes de serem rastreados pelo complexo termométrico desenvolvido pela equipe do Centro de Engenharia Biomédica da Universidade Estadual de Campinas-SP. Cada momento explorat6rio, com inv6lucro adicional de neoprene (5 mm), teve uma duração de 45 minutos numa profundidade de 10 metros na Reserva Biol6gica da Marinha, distante 12 km da costa continental e componente do arquipélago catarinense. Os dados foram tratados eletronicamente no m6dulo de computação do CDS, através de software "Statistics Analysis System (SAS)", do qual foram utilizados as ferramentas: matriz correlacional, análise de variância one-way, regressão simples e multifatorial, além do ajuste de curvas (linear), num nível de significância de p < 0,05. Os resultados, de modo geral, indicaram que os pequenos segmentos (cabeça, braços e pernas) são afetados significativamente com a condição térmica subnormal durante o mergulho submarino. Já os grandes segmentos (torax, abdômen e coxas), são capazes de manter um menor fluxo de calor para o ambiente, contribuindo sobremaneira para o processo termogênico da temperatura central. Em relação à transferência de calor do corpo para o fluído, a disposição dos pontos da temperatura central apresentou uma térmica diferencial de apenas 1,5 graus centígrados, sugerindo uma estabilidade compensat6ria de significado considerável para os apontamentos conclusivos do estudo.

Endereço: http://www.nuteses.temp.ufu.br/tde_busca/processaPesquisa.php?pesqExecutada=2&id=890&listaDetalhes%5B%5D=890&processar=Processar

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