Composição Corporal de Escolares de 7 a 11 Anos da Cidade do Rio de Janeiro

Por: Anna Paula Bachur, Carlos M. Carvalho, Claudia Quntern, Eduardo Meireles, Irocy G. Knackfuss, Luis Antonio dos Anjos, Mónica Santos, Simone Schlosser e Valéria Martins Suhet.

I Congresso internacional de Educação Física de Países de Língua Portuguesa

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Resumo

O objetivo desse estudo foi investigar o comportamento de algumas medidas antropométricas relacionadas com a composição corporal em escolares de 7 a 11 anos da cidade do Rio de Janeiro. Participaram desse estudo 246 crianças de uma escola (Colégio Aplicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro) Localizada no Bairro da Tijuca, área sócio-econo-micamente privilegiada. As medidas antropométricas consistiram de peso, estatura, perímetros (braço, antebraço, perna), diâmetros (bi-estiloidal, bi-epicondiliano, bi-condiliano, bi maleolar) e dobras cutâneas (axilar média, subescapular, suprailíaca, abdominal, bíceps, tríceps e panturrilha). Os índices somatórios das dobras cutâneas, área do braço, área muscular do braço e área de gordura do Braço foram calculados. Constata-se nesse estudo: Quanto ao sexo, as meninas apresentaram valores relativos à gordura subcutânea maiores do que os meninos na faixa etária dos 7 aos 8 anos, enquanto os meninos apresentaram aos 10 e 11 anos, maiores valores nos diâmetros ósseos e valores semelhantes na gordura subcutânea. Quanto a faixa etária, não existiram diferenças significativas nas medidas antropométricas entre os 7 e 8 anos tanto nos meninos quanto nas meninas. O mesmo ocorreu entre os 9 e 10 anos e 10 e 11 anos. As meninas não apresentaram diferenças significativas entre as idades nos índices relativos à gordura subcutânea. Ao contrário, os meninos foram diferentes entre os 7 e 9 anos. As crianças investigadas parecem apresentar excessiva adiposidade, característica que pode estar, em parte, relacionada à obesidade na vida adulta e que em nada colabora para uma vida mais saudável. Maiores detalhes deste trabalho foram recentemente publicados na Revista Brasileira de Ciência e Movimento 3 (2): 24-31, 1989.

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