Condições de Trabalho e Saúde de Professores Pré-escolares da Cidade de Pelotas

Por: Luciane Goulart da Silva.

142 páginas. 2011 00/00/0000

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Resumo

Os trabalhadores em educação, atualmente, encontram problemas como aumentos de alunos matriculados, ausência de equipamentos e materiais essenciais ou falta de manutenção dos existentes, insuficiência de infra-estrutura e de recursos materiais, entre outros. O conhecimento das condições de trabalho e suas repercussões na saúde dos professores, em especial dos que trabalham na educação infantil, é de grande valia no sentido de fornecer informações que auxiliem órgãos gestores de políticas públicas a criarem medidas que contemplem melhorias, tanto no ambiente de trabalho como para a saúde dessa população. Objetivo: investigar as condições de trabalho e saúde de professores pré-escolares da cidade de Pelotas/RS. Metodologia: Estudo descritivo no qual participarão todos os professores pré-escolares que atuam em escolas municipais e estaduais da zona urbana da cidade de Pelotas/RS. A coleta de dados será realizada através de questionário pré-testado e codificado contendo questões sobre variáveis socioeconômicas, demográficas, condições de trabalho e saúde (problemas musculoesqueléticos, nível de atividade física, problemas relacionados à voz e transtornos psiquiátricos menores). O instrumento utilizado para determinar o nível de atividade física será a versão do Questionário Internacional de Atividade Física (IPAQ) na forma longa, com a aplicação de entrevista referente à semana anterior, contendo perguntas em relação à freqüência e duração da realização de atividades físicas moderadas, vigorosas e da caminhada. Os problemas psiquiátricos menores ou doenças psíquicas menores serão identificados por meio do SRQ- Self-Report Questionnaire, instrumento constituído de 20 perguntas (SRQ-20) que podem ser respondidas através de autopreenchimento ou de entrevista. A identificação dos problemas musculoesqueléticos será através da referência de dor ou mal-estar localizado nas diversas localizações corporais, conforme recomendação de Kuorinka et al (1987). Problemas relacionados à voz serão mensuradas pelo Protocolo de Qualidade de Vida e Voz (QVV) (Behlau et al. 2009), versão brasileira do VoiceRelated Quality of Life (V-RQOL) (Hogikyan & Sethuraman, 1999). 

Endereço: http://wp.ufpel.edu.br/ppgef/dissertacoes-2011/

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