Conflitos Entre a Orientação Sexual e a Orientação de Gênero na Identidade de Atletas Profissionais de Voleibol: a Percepção de Atletas Homossexuais

Por: Elisa Pinheiro Ferrari, Fernando Luiz Cardoso, Fernando Roberto De-oliveira, Helton Pereira de Carvalho e Tânia Mara Vieira Sampaio.

Revista Brasileira de Ciência & Movimento - v.25 - n.2 - 2017

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Resumo

Objetivou-se neste estudo descrever, relatar e analisar a autopercepção de comportamentos de atletas homossexuais inseridos no voleibol, assim como, observar quais foram as percepções deles sobre a identidade sexual dentro do esporte, e casos de preconceito e discriminação sofridos por eles que tenham dificultado a carreira esportiva. Participaram quatro atletas homossexuais, masculinos, profissionais de voleibol do sudeste do Brasil. Esses responderam a uma entrevista semiestruturada, em que os dados passaram por análise de discurso. Eles acreditaram que o voleibol tolera atletas homossexuais, desde que mantenham sua orientação de gênero supostamente adequada e relataram alguns casos de preconceito, entre torcedores, técnicos e outros atletas homossexuais. Como limitação para este estudo, observou-se a resistência dos atletas homossexuais em discutir sobre o tema. Concluiu-se que a orientação sexual homossexual discreta é mais tolerável do que uma orientação de gênero feminina em termos de identidade atlética neste ambiente esportivo. Percebeu-se pelas falas dos atletas que uma orientação de gênero cruzada faz com que as habilidades técnicas e táticas sejam desconsideras.
 

Endereço: https://portalrevistas.ucb.br/index.php/RBCM/article/view/6565

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