Conhecimento Sobre as Recomendações Internacionais de Atividades Física em Adolescentes Escolarizados no Estado de Sergipe

Por: João Paulo da Silva.

88 páginas. 2015 28/08/2015

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Resumo

O conhecimento é um caminho necessário para que os indivíduos comecem a tomar decisões a partir do conhecimento adquirido, assim, é de suma importância transmitir no ambiente escolar, através de uma metodologia diferenciada, as recomendações de atividade física, para que os adolescentes tenham a possibilidade de aumentar o conhecimento sobre as recomendações. Objetivou-se verificar a prevalência e fatores associados ao conhecimento sobre as recomendações internacionais de atividade física em adolescentes escolarizados no Estado de Sergipe. O estudo foi de caráter transversal com amostra composta por 3992 (2448 feminino e 1544 masculino) adolescentes no Estado de Sergipe, com idade entre 14 a 19 anos. As variáveis do estudo foram verificadas através de um questionário auto-administrado, utilizando a análise descritiva (frequência, Qui-Quadrado) e Inferencial (regressão logística binária bruta e ajustada). Os resultados deste estudo apontam para alta prevalência de adolescentes que desconhecem os componentes: frequência (85,2%), duração (69,4%), sessão (72%) e intensidade (81,5%) das recomendações de atividade física, como também, 99,8% desconhecem as recomendações de atividade física geral. Na analise entre os sexos, os meninos apresentaram ter mais conhecimento em relação às meninas. No componente frequência, os adolescentes do sexo feminino, do turno noturno e considerados sedentários tiveram mais chance de desconhecerem as recomendações, tendo os adolescentes do 3º ano com mais chance de conhecerem as recomendações. No componente duração, o sexo feminino, adolescentes do 3º ano e considerados sedentários apresentaram mais chance de conhecerem as recomendações, tendo os adolescentes com 3-4 anos de atraso escolar com mais chance de desconhecerem as recomendações. Já, em relação a sessão, as meninas, alunos com idade entre 16-17 e 18-19 anos e que estudam no 2º ano tiveram mais chance de desconhecerem as recomendações. E, no componente intensidade, as meninas apresentaram mais chance de desconhecerem as recomendações. Conclui-se que os adolescentes tiveram alta prevalência em relação ao desconhecimento das recomendações de atividade física e, que algumas variáveis sociodemográficas e nível de atividade física apresentaram associações significativas, tendo algumas variáveis de forma separada ou agrupada influenciando o nível de conhecimento dos adolescentes sergipanos.

Endereço: https://bdtd.ufs.br/handle/tede/1824

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