Contribuição de Deborah Thomé Sayão Para o Estudo da Infância, Educação Infantil e Educação Física Infantil

Por: Daniela Kristina Castelo Branco Louback Machado.

VIII EnFEFE - Encontro Fluminense de Educação Física Escolar

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Neste estudo tratamos da Educação Física (EF) para a Educação Infantil (EI). Nosso ponto de partida foi uma investigação da produção que aborda essa relação no âmbito do Colégio Brasileiro de Ciências do Esporte (CBCE)1. Essa investigação nos levou ao encontro dos escritos de uma autora que se destaca pela produtividade e atualidade dos temas tratados em relação à EI em seus estudos. Deborah Thomé Sayão.

O objetivo do nosso estudo foi investigar a contribuição de Sayão na construção da relação da EF com a EI. No sentido de objetivá-lo, fizemos um levantamento de fontes, uma seleção dos textos, na qual podemos perceber que alguns fazem referência direta ao fato de que a autora lecionou e pesquisou nas redes públicas municipais de ensino de Rio Grande/RS e Florianópolis/SC e, a partir dessa vivência, levanta a discussão de temáticas relativas à questão da formação de professores de EF para atuar na EI; da inserção disciplinar da EF na pré-escola; das teorias que norteiam a intervenção pedagógica da EF na EI; da prática de ensino em EF para a EI; dos conteúdos/objetos de ensino da EF para crianças de zero a seis anos; de gênero e infância; da criança como sujeito de direitos, dentre outros temas.

Em seguida, realizamos uma análise de discurso interpretando as preocupações contidas nos textos da autora a respeito das categorias infância, EI e Educação Física Infantil (EFI). A análise de discurso, em nossa compreensão, além de considerar a dimensão conteudista da mensagem, portanto seu aspecto objetivo, considera também a dimensão simbólica, portanto seu aspecto subjetivo. Conforme Brandão (1995) a análise de discurso se propõe a realizar estruturações críticas e reflexivas que não reduzam o discurso aos aspectos puramente lingüísticos, nem o dissolvam em um trabalho histórico de cunho ideológico (Cf. VERÓN, 1980). Na análise de discurso o homem se faz sujeito. Sujeito concreto, histórico, porta-voz de um amplo discurso social. Para Orlandi (2001), há diversas possibilidades de se realizar uma análise de discurso, na perspectiva que assumimos, consideramos Sayão o sujeito que discursa. Nesse sentido, torna-se fundamental reconhecer suas preocupações centrais a respeito das categorias Infância, EI e EFI.
Por fim, procuramos discutir o sentido e o significado das preocupações centrais do discurso de Sayão, confrontando-as com a posição teórica de autores como Bobbio (1992), Ayoub (2001) e Kuhlmann Jr. (2003).


1. Contribuição de Deborah Thomé Sayão sobre a Infância, EI e EFI

Uma das maiores contribuições de Sayão a respeito da infância talvez seja o fato de a autora considerar as crianças como sujeito histórico, produto e produtor de cultura. A autora fala de criança como substantivo plural, afirma que o tempo de infância é igual ao tempo do lúdico, caracteriza a criança como um ser com bagagem sócio-cultural, cujo mundo à sua volta interfere na aprendizagem e no desenvolvimento infantil, expõe a idéia da criança-cidadã, possuidora de direitos, entre outros temas.

A respeito da EI, Sayão afirma que o espaço de educação de zero a seis anos configura-se atualmente como lugar onde as crianças devem ser cuidadas e educadas por meio de profissionais habilitados para tal, que devem respeitar as características e as necessidades que as crianças desta faixa etária apresentam. Discorre sobre o currículo da EI, enfatiza a necessidade de se ultrapassar a visão fragmentária que divide o conhecimento em disciplinas e práticas pedagógicas na EI e questiona: a EI é uma simples preparação para o ensino fundamental?

A contribuição de Sayão acerca da EFI parte de seus estudos referentes à natureza da inserção desta disciplina/atividade e do seu profissional na EI da Rede Municipal de Ensino de Florianópolis/SC. A partir dessas idéias aponta alguns questionamentos: como e por que a EF passou a fazer parte dos currículos de EI em Florianópolis/SC? "Qual a especificidade em termos de saber docente que pode ser percebida através do trabalho desenvolvido pelos professores de Educação Física em relação ao professor de sala na Educação Infantil?" (SAYÃO, 1995, p. 254). Acredita que é o modelo escolar do ensino fundamental que orienta as ações curriculares da EI. Além disso, indica que a produção teórica mostra que não existe uma "Educação Física Infantil voltada para as características de aprendizagem desta faixa etária" (SAYÃO, 1997, p. 261).

2. Análise da preocupação central de Sayão a respeito das categorias Infância, EI e EFI

Sobre Infância a preocupação central da autora está associada à cidadania da criança. Considera que a ordem do dia na área jurídica indica o discurso do "direito à infância" e também que está ameaçada a perspectiva da criança vir a ser um sujeito de direitos, porque inexistem condições concretas para o amplo desenvolvimento da infância. Para a autora, as crianças, a partir de suas experiências e interações com outros sujeitos humanos, são capazes de "[...] agir/refletir sobre o que produzem e o que vivenciam" (SAYÃO, 2000, p. 49).

Ao dialogar com Sayão, questionamos que cidadania quer se dar a essas crianças? O que significa para o devir da sociedade e da criança como sujeito de direitos, cidadã, conquistar a prerrogativa de ter direito? Significa adquirir mais autonomia? Em um sentido pragmático, seria ingênuo pensar que no plano das relações sociais, no avesso de cada direito, não se revele ou se exija mais e mais responsabilidades dos pequenos. As próprias crianças contestam os direitos que lhes têm sido concedidos. Há um "manual", uma "declaração" ou, melhor, qual a experiência de exercer deveres e responsabilidades sociais das crianças? e mesmo, qual tem sido o papel dos educadores nesse sentido?

O estudo sobre EI realizado por Sayão centraliza-se na estrutura/conformação curricular deste segmento da educação. Os discursos que se referem à EI têm se concentrado no ‘sentido educativo’ que as ações do cuidar e educar precisam abranger. Sayão sugere que é considerando a diversidade cultural do nosso país, a partir do cotidiano das instituições de EI e pelas experiências dos profissionais envolvidos, que faz sentido compreender como se constróem propostas curriculares, projetos pedagógicos e projetos educacionais das pré-escolas. Nesse sentido, aponta temas a serem aprofundados, tais como: necessidade de ultrapassar a visão fragmentária que compartimenta o conhecimento; superação da limitação do espaço físico da Pré-Escola, semelhante ao da escola fundamental e média; construção de um currículo que considere a criança de quatro a seis anos em sua singularidade e especificidades.

A idéia central do discurso de Sayão sobre EFI gira em torno da inserção da disciplina/atividade EF na EI e da pertinência da intervenção pedagógica do professor especialista em EF nesse segmento da Educação Básica. Acredita que a inserção da EF como componente curricular da EI acentua a parcelização dos saberes, já que os profissionais da educação são formados como sujeitos "especializados" em conhecimentos específicos. Questiona a EF na EI considerando-a ora como disciplina, ora como atividade, ora como prática pedagógica, criticando a indefinição quanto à tipificação desta linguagem bem como o quanto é recente o estudo da EF enquanto componente curricular da EI.

A nosso ver, o problema consiste na indefinição da organização curricular da EI e não na inserção de profissionais especializados em saberes diversos, e, mais especificamente, na "crucificação" da EF. Se há carência de bases teóricas para a formação de professores de EF para atuarem na EI o mesmo acontece com a formação dos normalistas e pedagogos, já que, não há, em nenhum dos cursos, Normal, Pedagógico e/ou de EF, um campo de estudo bem definido que trate da especificidade do ser criança, da EI e da formação profissional adequada para esta etapa da Educação Básica. Finalmente, formar professores de EI é uma questão de legalidade, pura e simplesmente, ou de legitimidade?

3. Análise do sentido/significado da criança-cidadã, da organização curricular da EI e da estratégia de participação de "especialistas" na EI

O que fundamenta o conceito de cidadania que se quer dar às crianças e o que significa para os pequenos a prerrogativa de conquistar direitos? Sayão, fazendo coro com o discurso societário em voga, propõe que à criança destine-se uma cidadania cada vez mais revestida de direitos. E os deveres? Se as crianças são capazes de agir/refletir sobre o que produzem e o que vivenciam, seria sensato, no plano das relações pessoais e sociais, exigir responsabilidades adequadas aos pequenos. Do contrário, poderíamos incorrer na ilusão de inconscientemente desejar que a educação para a autonomia, objetivo da formação do sujeito-cidadão, induzisse à noção de que o sujeito-cidadão é depositário e detentor de toda a liberdade idealizada pela humanidade, ou seja, que a criança-cidadã tudo pode. A cidadania é como uma moeda, possui duas faces: direitos legais e, quem sabe um dia, legítimos e deveres sociais (Cf. BOBBIO, 1992).

Deveres que começam com a educação em casa, ensinando os pequenos a respeitarem o outro, a compartilhar, a portar-se de forma adequada, a cumprir acordos. Nesse sentido, é que entendemos ser factível o conceito de criança-cidadã.

Conforme o Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil (RCNEI), as propostas para a EI se dividem em duas vertentes, uma que contempla o desenvolvimento infantil e outra que contempla o desenvolvimento de aprendizagens específicas. Para Kuhlmann Jr. (2003), essas duas formas de pensar a EI se afastam da forma de pensar da criança, que deve ser tomada como ponto de partida para a construção de propostas curriculares no âmbito da educação de zero a seis anos. Nessa forma de ver a questão, a interação é o meio pelo qual a criança se desenvolve, participando das relações sociais, que não é um processo exclusivamente psicológico, mas também social, cultural e histórico. Existe, portanto, a necessidade de se compreender a especificidade da EI para que se possa construir um currículo que atenda às necessidades das crianças de 0 a 6 anos, vinculadas aos laços familiares, ao cuidado, e à educação. Nesse sentido, sugere que as propostas para uma EI de qualidade precisam contemplar a atenção às crianças menores e garantir às maiores um trabalho educacional que respeite a sua entrada no Ensino Fundamental.

Para além da contribuição de Sayão sobre a EF na EI, introduzimos a partir deste momento as idéias de Ayoub sobre a temática em debate na expectativa de estabelecer não uma oposição absoluta, mas idéias concorrentes de atoras do campo que, além de terem formações e inserções acadêmicas semelhantes, compartilham de algumas e divergem de outras idéias a respeito do assunto.
Ayoub discorda do discurso de Sayão quando interroga se a presença de professores "especialistas" necessariamente fragmenta o conhecimento e conduz à hierarquização profissional. Para Ayoub a presença de profissionais formados em diferentes áreas de conhecimento inseridos na EI, quando firmam parcerias na educação e cuidado dos pequenos, constitui-se numa rica possibilidade de construção e desenvolvimento de trabalhos. Sugere que não se pense mais em professores unidocentes ou "especialistas", mas em professores de EI, que ao partilharem parcerias, acumulem conhecimentos advindos da diversidade e especificidade de formação e atuação, podendo compartilhá-los pôr meio de diferentes linguagens na elaboração e concretização de projetos educativos com as crianças. Acreditamos que a especificidade da EF e o que a legitima na EI é a cultura corporal do movimento como linguagem e, apesar das deficiências na formação do professor de EFI, a presença deste se torna importante para todo corpo docente e necessária para a educação das crianças.

Conclusão

Em síntese, apesar de discordarmos de alguns pontos de vista, particularmente da sua proposta de participação do professor de Educação Física como formador corporal do professor regente, reconhecemos que são de grande mérito, muito significativas, as contribuições de Sayão para a relação entre a Educação Física e a Educação Infantil.

Os autores, Daniela Kristina Castelo Branco Louback Machado é licenciada em educação física, Ms. Nelson Figueiredo de Andrade Filho é professor do Departamento de Ginástica do CEFD/UFES. E a Dra. Zenólia Christina Campos Figueiredo é professora do Departamento de Desportos do CEFD/UFES e todos são membros do CRIA - Grupo de Estudos em Práticateoriaprática da Educação Física para a Educação Infantil

Notas

1 No processo de formação docente vivenciado no CEFD, no 6o período de curso ocorre a disciplina Educação Física Escolar I, voltada para a formação do docente que vai atuar na Educação Infantil. Desde 2001, temos trazido estudos e reflexões a respeito da Educação Física e do seu professor na faixa etária de 0 a 6 anos. As discussões em sala de aula motivaram a criação de um grupo de estudos.

Hoje, esse grupo, denominado CRIA - PRÁTICATEORIAPRÁTICA DA EDUCAÇÃO FÍSICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL, é mais amplo. Nos encontros do grupo, decidimos mapear as publicações que versassem a respeito da infância, Educação Infantil, Educação Física Infantil, brinquedo, brincadeira, lúdico, entre outros temas relacionados ao universo da criança de zero a seis anos. Como resultado de uma primeira pesquisa, circunscrita aos Anais dos quatro últimos CONBRACEs, vimos que a produção específica ainda é pouco vasta, menos de 7% do total, apesar de vir crescendo ao longo dos anos. Ver Andrade Filho, N. F. de, et al., 2004.


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