Corpo Civilizado, Corpo Reencantado: o Moderno e o Alternativo nas Representações do Corpo

Por: Leila Marrach Basto de Albuquerque.

Motriz - v.5 - n.1 - 1999

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Resumo

O processo civilizador moderno deixou suas marcas no corpo, expressas pelo autocontrole e pela repressão aos impulsos espontâneos, alicerçando uma dualidade hierárquica que dá prioridade ao mental. A modernização, contudo, vem enfrentando, desde os anos 60, os movimentos de contramodernização cujas faces mais evidentes são a contracultura e a cultura alternativa. Essas, com a defesa da espontaneidade e a nostalgia da unidade, da experiência da vida total, foram buscar nas culturas distantes da tradição ocidental moderna a solução para as conseqüências do processo civilizador. Expressando valores como a vida comunitária, a aliança com a natureza e a reconciliação entre o corpo e a mente, a contramodernização pôs em circulação categorias do universo sagrado, numa relação integradora com o corpo, que acabam por reencantá-lo.

Endereço: http://www.rc.unesp.br/ib/efisica/motriz/05n1/5n1_ART01.pdf

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