Correlação Entre o Tempo de Treinamento e a Altura de Salto Específico e a Comparação do Nível de Força Explosiva de Membros Inferiores Entre Bailarinas Adolescentes e Adultas

Por: Andreia Gulak, Claudinei Ferreira dos Santos, Cleiton Augusto Libardi, Juliana Melo, Leandro Ricardo Altimari, Mara Patrícia Traína Chacon-Mikahil, Tatiana Vasques Giacomello e Thiago Gaudensi Costa.

XI Congresso de Educação Física e Ciências do Desporto dos Países de Língua Portuguesa

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Resumo

Introdução: Em uma seqüência de movimentos do ballet clássico, observase diferentes manifestações da força muscular, uma delas é a força explosiva,
que tem sido avaliada em diversas modalidades esportivas por protocolos
padronizados como o Squat Jump (SJ) e Contra Movimento Jump (CMJ).
Objetivos: comparar os valores de força explosiva de membros inferiores
obtidos em bailarinas adolescentes e adultas, e analisar a correlação entre o
tempo (anos) de treinamento específico de ballet clássico e a força explosiva
de membros inferiores destas bailarinas. Metodologia: participaram desta
pesquisa 13 bailarinas profissionais: adolescentes (G1, n=5, média de idade
14,8±1,3 anos) e adultas (G2, n=8, média de idade de 26,62±6,04 anos). A
força explosiva de membros inferiores foi mensurada utilizando-se a
Plataforma de Saltos Ergojump Test®, por meio do salto em movimento
específico do ballet (sauté). Para comparação entre os grupos foi utilizado
o teste t de student, nível de significância de 5% e foram correlacionados
(Pearson) os anos de treino no ballet clássico e a altura obtida no salto na
plataforma. Resultados: os valores dos grupos apresentados em médias ±
desvios padrões foram respectivamente: para o G1 e G2, o tempo de treino
no ballet clássico foi de 10,4±0,89 vs 14,5±7,38 anos (NS), respectivamente;
altura do salto sauté de 25,3±2,72 vs 26,76±2,24 cm (NS), respectivamente.
Já os valores das correlações obtidos entre o tempo de treino e a altura de
salto sauté para o G1 foi r= 0,26 e G2 foi r= -0,24. Conclusões: Nossos
resultados indicam que não houve diferença significante para a altura do
salto entre o G1 e G2. Aparentemente o tempo de treinamento não
influenciou na altura do salto da amostra estudada. As baixas correlações
obtidas entre a força explosiva de membros inferiores e o tempo de prática
do ballet clássico podem estar relacionados a outros fatores, como: idade,
genética, aspectos técnicos, ambientais e motivacionais do grupo de
bailarinas estudadas. Suporte: CNPq

Endereço: http://citrus.uspnet.usp.br/eef/uploads/arquivo/64_Anais_p277.pdf

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