Crescimento Físico em Adolescentes do Norte Gaúcho e Oeste Catarinense

Por: Maria Fátima Glaner.

Revista Brasileira de Ciência & Movimento - v.13 - n.2 - 2005

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Resumo

Este estudo, caracterizado como transversal, teve por propósito comparar o crescimento físico entre os sexos e, os resultados obtidos com os referenciais nacionais. A amostra foi composta por estudantes voluntários, das redes públicas de ensino, totalizando 1420 sujeitos. Destes, 447 são moças urbanas e 252 rurais; 435 são rapazes urbanos e 286 rurais, com idades entre 10,50 a 17,49 anos. O crescimento físico foi analisado através da estatura, massa corporal, índice de massa corporal (IMC), altura tronco-cefálica, comprimento de membros inferiores, perímetro do antebraço, diâmetros biestilóide rádio-ulnar e biepicondiliano do fêmur. Todas as variáveis foram analisadas no Statistical Analysis System, por idade decimal entre os sexos. Para comparar as variáveis com distribuição normal foi usada a estatística F de Fischer (p £ 0,05) e, para a sem distribuição normal (IMC) foi utilizado o teste de Kruskal-Wallis (p £ 0,05). Os resultados obtidos possibilitam concluir que: a partir dos 14 anos os rapazes apresentam médias significativamente (p £ 0,05) maiores nas variáveis de crescimento físico do que as moças; de modo geral, tanto as moças como os rapazes, apresentam estatura e massa corporal superiores aos referenciais nacionais. PALAVRAS-CHAVE – crescimento físico, estatura, massa corporal, IMC, antropometria.

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