Dança Moderna: Uma Jornada Entre os Precursores

Por: Ana Claudia da Costa Machado, Caroline Boza, Felipe Machado e Gabriele Marques Santos.

XV Congresso de História do Esporte, Lazer e Educação Física - CHELEF

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Resumo

Partindo da hipótese de que qualquer manifestação, em ritmo, com o corpo, pode ser considerada dança, a pesquisa feita tem como objetivo analisar questões relacionadas a dança moderna, suas diversidades e principalmente seus precursores. O resumo foi construído a partir de uma perspectiva descritiva, tornando-se quantitativa, não experimental e realizada através de levantamentos bibliográficos, abordados em artigos e preposições teóricas. A história da dança moderna é marcada por mudanças. Como sugeria Aristóteles e muitos artistas do século XVIII, a dança propriamente dita, desejava imitar a natureza, relacionando expressão corporal e emoção, seguindo conceitos do grande movimento romântico. Um dos precursores foi o francês François Delsarte, que apresentou grandes contribuições da pedagogia na dança moderna. O delsartismo colaborou consideravelmente para a emancipação da dança na América e na Europa. Os gestos se revelam colocando todos os sentidos em jogo, não somente de quem executa, mas igualmente de quem observa. Partindo do pressuposto de que a pedagogia e sua influência na dança proporcionaram um redesenhar do movimento corporal, Delsarte é considerado o primeiro estudioso a definir princípios de movimentos fundamentais na dança moderna. Outras grandes precursoras da dança são consideradas importantes para a história. São elas: Loie Fuller, Isadora Duncan e Ruth St. Denis. O que faz destas mulheres pioneiras é a inovação nessa arte. Ruth St. Denis criava danças que representavam as forças da natureza e as qualidades espirituais da humanidade. Os detalhes de suas danças sempre faziam referência ao assunto, oferecendo prazer, diversão e elevação, colocando a plateia em um elevado contato com a própria natureza e o mundo. O romantismo foi a arte de Isadora Duncan, que declarava o direito do corpo livre em movimento, fugindo de hierarquias aristocráticas da dança teatral. O objeto de arte eram as emoções e sentimentos. Loie Fuller não expressava sentimentos ou ideias, sua arte era sensitiva e dizia respeito ao controle do movimento, do uso da cena e luz, todos essências na sua criação. Visto uma emenda sobre os precursores da dança moderna, é importante compreender que os mesmos foram pilares de uma nova forma artística, dando licença a originalidade e a invenção, proporcionando uma visão da arte as demais pessoas.

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