Dando Corda Para as Crianças

Por: Doiane André Caetano, , Henrique Bacci, Jaqueline de Meira Bisse, Lucas Lisboa Correa e Sarah Larissa Cunha da Silva.

XXI Congresso Brasileiro de Ciências do Esporte e VIII CONICE - CONBRACE

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Resumo

INTRODUÇÃO 

O presente texto busca apresentar o relato da experiência de tematização das brincadeiras com cordas, ocorrida com a turma B do 2ºano da educação básica, nas aulas de educação física da EEI Padre Francisco Silva (Rede Municipal de Campinas-SP) em 2018. Antes da definição deste tema para vivência e estudo, os participantes do Projeto PIBID (Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência) – Subprojeto Educação Física 2018 da UNICAMP (Universidade Estadual de Campinas), tomaram como referência o mapeamento das práticas corporais das crianças-estudantes. Pelo seu caráter obrigatório, a escola é caracterizada pelo seu aspecto multicultural, logo, por sujeitos que lutam por reconhecimento das representações e práticas sociais que constituem sua identidade cultural. Por essas considerações, há a necessidade da escola desenvolver um currículo que priorize a heterogeneidade dos conhecimentos e a diferença. Para compreender os aspectos que norteiam os currículos da Educação Física no âmbito cultural, conversamos com diversas crianças-estudantes da EEI sobre suas práticas corporais, além de mapearmos os espaços no entorno da escola em que essas atividades possivelmente são realizadas. Segundo Nunes (2016, p.61), “a escola deve empreender ações que habilitem seus sujeitos a operar no mundo a fim de que compreendam sua história, possam analisá-la e atuar sobre ela de forma crítica e participativa nas tomadas de decisão para o bem comum”. Isto é, que seus sujeitos sejam capazes de ler e escrever o mundo todo em sua complexidade. 

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