De Estrelas e Brilhos Infinitos

Por: Lígia Py.

A Terceira Idade - n.35 - 2006

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Resumo

Este texto trata do envelhecimento e da finitude da vida. Nós nos inspiramos no encantamento trazido por Guimarães Rosa e Mario de Andrade, usando a metáfora do morrer como uma forma de encantar-se e residir para sempre no brilho das estrelas. Trabalhamos o texto em três partes, abordando o mistério, o perigo e a esperança. Usamos a imagem da Pietà de Michelangelo para ilustrar a abordagem do mistério, tratando da finitude e do desejo de eternidade. A tela de Portinari, Enterro na Rede, ilustra a abordagem do perigo, centrada do conceito e desamparo, numa perspectiva social. Na terceira parte, a imagem de Canova, Psiqué reanimada pelo beijo de Eros, ilustra a esperança, traduzida na proposta de superações possíveis, pautadas na experiência amorosa. Finalizando, expressamos a crença na consciência da finitude e no amor entre as pessoas como caminhos para a busca do prazer e da dignidade na velhice, até a entrada final no caminho das estrelas.

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