Déficit Bilateral de Força Pós-reconstrução do Ligamento Cruzado Anterior.

Por: érica Queiroz da Silva Bezerra, Ewertton de Souza Bezerra, Ingrid Dias, Roberto Simão e Tiago Figueiredo.

Revista Brasileira de Cineantropometria & Desempenho Humano - v.14 - n.1 - 2012

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Resumo

Os objetivos do presente estudo foram verificar diferenças de carga entre o membro operado (MO) e o membro não operado (MNO) e comparar a soma das ações unilaterais com as bilaterais em um teste de 10 repetições máximas (10RM) nos movimentos de extensão e flexão de joelhos em indivíduos pós-reconstrução do ligamento cruzado anterior (LCA). Participaram do estudo vinte homens (37,8±5,7 anos; 179,2±4,9 cm; 87,1±7,5 kg) submetidos à reconstrução do LCA com auto-enxerto em um segmento, testados em dois dias distintos na cadeira extensora e a mesa flexora. Utilizou-se o teste-t student dependente com p≤0,05 como nível de significância. Foram observadas diferenças significativas (p≤0,05) entre o MO e o MNO para flexão e extensão de joelho e na comparação do somatório das cargas unilaterais com a bilateral. Em conclusão, foi identificado o déficit bilateral para os dois movimentos analisados, assim como, diferença na força máxima entre o MO e MNO.


 

Endereço: https://periodicos.ufsc.br/index.php/rbcdh/article/view/1980-0037.2012v14n1p93

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