Desafios Nutricionais de Bailarinos Profissionais

Por: José Augusto Santos e Tânia Amorim.

Revista Portuguesa de Ciências do Desporto - n.1 - 2014

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.Resumo

A dança caracteriza-se pela acentuada solicitação dos vários sistemas orgânicos na procu-ra e manutenção de corpos funcionalmente aptos e esteticamente belos. A dança, embora seja essencialmente arte, ao procurar a máxima expressão visual e artística determina um grau de solicitação neuro-motora que obriga o corpo a elevadas exigências fisiológicas e biomecânicas. Quanto mais pesado o corpo do bailarino/a, maiores serão as forças de impacto ao solo, sendo que muitas lesões de overuse resultam de microtraumatismos fre-quentes que são acentuados quer pela fragilidade das estruturas mio-articulares quer pelo excessivo peso corporal. Assim, os bailarinos tendem a procurar um baixo peso corporal, o que pode promover certos comportamentos nutricionais energeticamente deficitários e tendencialmente patológicos. Défices calóricos constantes e consumos inadequados de alguns micronutrientes podem induzir estados hormonais incompatíveis quer com o rendi-mento funcional quer com a saúde óssea. De facto, corpos esbeltos, magros e longilíneos não podem ser procurados através de práticas nutricionais que afetem quer o rendimento quer a saúde. O bom senso, também para os bailarinos/as, é a regra de ouro nutricional

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