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Resumo

O estudo teve como objetivo descrever as ações de promoção da saúde que foram planejadas nas cidades que receberam recursos para desenvolver o programa Academia da Saúde. Foi conduzido um inquérito por telefone com 914 secretários ou principais responsáveis pela saúde nas cidades que receberam recursos até julho de 2012. Foi calculada a prevalência (%) de ações de promoção da saúde, resultados esperados, número de pessoas que seriam atendidas, parcerias nas ações, profissionais de saúde nas ações, grupo gestor para coordenar e principais objetivos nas ações. A maioria das cidades avaliadas era do sul (25,9%) e sudeste (33,4%). O programa previa atingir pelo menos um milhão de pessoas em 25% das cidades. A melhora da atividade física e alimentação saudável foram as prioridades mais citadas. A maioria das cidades tinha parcerias nas ações, mas somente 50% usaram indicadores de saúde para planejar os programas e 25% planejaram treinamento de profissionais de saúde e formação de grupo gestor. As ações tinham como objetivo principal melhorar a prática de atividade física e alimentação saudável. Um grande contingente de pessoas poderá ser atingido pelas ações. Somente metade dos municípios usarou indicadores de saúde para o planejamento e poucos municípios previram treinamento de profissionais e grupo gestor. É necessário melhorar o uso de indicadores de saúde para planejamento, treinamento para profissionais e formação de grupos gestores para coordenação. A avaliação continua dos programas para verificar possíveis resultados de efetividade no nível de atividade física e alimentação saudável da população das cidades é um desafio para o Ministério da Saúde.

Endereço: https://periodicos.ufsc.br/index.php/rbcdh/article/view/1980-0037.2016v18n4p483

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