Desempenho do Salto Vertical Sob Diferentes Condições de Execução

Por: José Magalhães, Kauffman Ribeiro da Silva e Marco Antônio Cavalcanti Garcia.

XV Congresso de Ciências do Desporto e Educação Física dos Países de Língua Portuguesa

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Resumo

O objetivo deste trabalho foi analisar a contribuição de membros superiores (%MMSS), das passadas de aproximação e do armazenamento de energia elástica (IE) de membros inferiores, durante saltos verticais, através de 5 diferentes tipos de salto: Sem membros superiores (s/MMSS); a partir de 90 graus de flexão dos joelhos (S90o); com livre movimentação dos membros superiores (c/MMSS); e precedidos de uma e duas passadas (C1P e C2P). A amostra foi composta de 18 atletas militares e os testes realizados através da Plataforma de Salto PS-65, um sistema temporizador. Os resultados foram: c/MMSS = 47,5 ± 4,8 cm; s/MMSS = 38,7 ± 3,9 cm; S90o = 32,8 ± 3,8 cm; C1P = 51,9 ± 5,1 cm; C2P = 53,5 ± 5,6 cm; IE = 5,9 ± 3,0 cm; %MMSS
= 17,9 ± 6,9 %; %C1P = 9,7 ± 9,7%; e %C2P = 12,9 ± 10,2%. Para a comparação entre os resultados obtidos, foi utilizada a ANOVA (α=0,05). As variáveis IE e %MMSS diferiram dos resultados encontrados na literatura e apontam para um déficit da primeira, em função de um reduzido armazenamento de energia elástica, normalmente dependente da velocidade e da amplitude de execução do movimento de flexão e extensão de joelhos.

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